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Imunidade 4.0: a importância de defender e otimizar o sistema imunológico

Você já ouviu falar no conceito de imunidade 4.0? Nos últimos anos esse tema ganhou uma grande importância no meio da saúde. A pandemia de coronavírus aumentou consideravelmente a atenção com o sistema de defesa do nosso corpo, tornando-se o foco de muitas pessoas que se preocupam com a contaminação.

Por isso, é natural que os pacientes procurem os consultórios médicos interessados em potencializar o seu sistema autoimune. Justamente nesse momento é que surge a importância de conceitos como o da imunidade 4.0. Pensando nisso, nós resolvemos preparar este conteúdo.

Acompanhe a leitura para entender melhor o conceito de imunidade 4.0, como ele é trabalhado e alguns estudos e exemplos práticos de como esse processo vem acontecendo na medicina.

O que é imunidade 4.0?

A princípio, é importante entender o conceito de imunidade 4.0. Basicamente, pressupõe a inclusão de elementos tecnológicos no trato com os pacientes. Assim, tornando os atendimentos cada vez mais personalizados e direcionados. Ou seja, apresentando soluções focadas em resolver os problemas específicos de cada paciente.

Desse modo, abre-se um amplo leque para o uso de abordagens disruptivas, tais como o uso da telemedicina, a medicina de precisão, o uso de impressoras 3D e outros mecanismos relacionados à tecnologia e integração. Ao longo deste conteúdo, apresentamos diversos estudos e mecanismos para que esse conceito possa se tornar uma realidade.

Contudo, a imunidade 4.0 não deixa de lado questões básicas de potencialização do sistema imune. Entre eles, cuidados com a alimentação, prática de atividades físicas e suplementação.

Qual é a importância da imunidade 4.0 para a saúde?

A conscientização da sociedade sobre a sua responsabilidade com a própria saúde e no reaparecimento de doenças é fundamental. Desse modo, aliada à ameaça de novas pandemias, pode levar pessoas e empresas a colocar a saúde no topo da agenda. Essa é uma tendência que estamos observando, e essa conscientização inaugura hábitos e comportamentos que minimizam riscos à saúde individual e coletiva.

A preocupação em relação à imunidade se manifesta não somente motivada pela eclosão da pandemia do novo coronavírus. Em 2019, por exemplo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu um alerta sobre uma possível terceira onda de surto de febre amarela no Brasil. “Há indicações de que a transmissão do vírus continua a se espalhar em direção ao sul e em áreas com baixa imunidade populacional”, avisou a entidade.

A imunidade como sistema de defesa do corpo

Uma boa imunidade é a principal defesa do corpo contra vírus, fungos, bactérias e parasitas. “Existem mais de 300 distúrbios genéticos que podem causar alguma disfunção do sistema imunológico, variando desde comprometimentos leves até doenças bastante severas. Qualquer vírus, bactéria, fungo ou parasita, pode sob determinadas circunstâncias, aproveitar-se de falhas no sistema”, alerta o diretor técnico e clínico-geral do Hospital Geral Dr. César Cals, do Governo do Ceará, Dr. Pedro Guimarães.

Portanto, uma má alimentação, o excesso de trabalho, a insônia, o sedentarismo e o consumo excessivo de álcool também podem comprometer o sistema imunológico de forma significativa. “A queda na imunidade pode acontecer ainda por motivos genéticos e uso de corticoides, quimioterápicos e, em menor intensidade, os anti-inflamatórios”, como detalha o nutrólogo e intensivista do Hospital Moriah, Dr. Marcelo Cássio de Souza.

Além desses fatores, Dr. Souza complementa que o pico ou uso de dose elevada de progesterona [Tensão Pré-Menstrual (TPM)], algumas doenças virais, todas as doenças autoimunes, doenças inflamatórias, neoplasias e diabetes não compensado podem fragilizar a imunidade.

Os imunossuprimidos (pessoas com comprometimento do sistema imunológico), como os pacientes oncológicos, portadores de HIV e transplantados, são um grupo que tem um risco potencializado para desenvolvimento, por exemplo, de pneumonia e doenças pneumocócicas invasivas.

Então, como defender e otimizar o sistema imunológico?

Esse sistema é um mecanismo natural que atua no nosso corpo como um conjunto de elementos (órgãos, tecidos e células) na resolução de processos infecciosos. Salientamos que, a maioria das doenças se inicia por um processo de infecção. O sistema imunológico, portanto, trabalha como um exército, que impede o avanço e a proliferação de agentes infecciosos.

Na teoria, esse sistema deveria funcionar adequadamente e nos manter sempre saudáveis. Mas, para isso acontecer, o corpo também precisa de cuidados e hábitos saudáveis. A idade influencia: a Harvard Medical School publicou um artigo que mostra que, com o passar dos anos, esse sistema demora cada vez mais a responder.

Isso facilita o surgimento de um maior número de doenças em idosos. Cientistas consideram que essa vulnerabilidade pode estar relacionada à diminuição da percentagem e do repertório das células T causada pela involução do timo. Esse conjunto de alterações da resposta imunológica associada ao envelhecimento é chamado imunossenescência.

As formas de melhorar o sistema imunológico

Independentemente da idade, existem alguns sinais que indicam que o sistema imunológico possa estar deficiente. Infecções respiratórias frequentes, cansaço constante, desconfortos gastrointestinais e ferimentos que demoram para cicatrizar podem ser sinais de alerta.

Contudo, também existem várias maneiras de cuidar do sistema imunológico. Umas das melhores formas é manter uma alimentação saudável, equilibrada e balanceada com diversos nutrientes. Desse modo, evitando o consumo de alimentos ultraprocessados. Mesmo em face dessas informações, estudos recentes indicam que nas últimas décadas houve uma mudança significativa na composição nutricional dos alimentos e nos hábitos alimentares.

Hoje, uma refeição balanceada e de quantidade similar à refeição de duas ou três gerações passadas provavelmente não seja suficiente para manter o corpo saudável e livre de doenças. Um importante estudo de 2004 analisou a composição nutricional de vários alimentos entre 1950 e 1999. Ele concluiu que ocorreu uma diminuição do valor nutricional dos alimentos com o passar dos anos.

Segundo estudo da revista The Lancet, em 2017, uma em cada cinco mortes no mundo esteve associada à má alimentação. Seja por consumo excessivo de sal, açúcar e carne, ou por carência de cereais integrais e frutas. A pesquisa destacou que quase 11 milhões de mortes foram provocadas por doenças cardiovasculares, câncer ou diabetes tipo 2, associadas à obesidade, ao modo de vida sedentário e à alimentação desequilibrada.

As pessoas mais vulneráveis da sociedade — baixa renda, mulheres, povos indígenas, população negra e famílias rurais na América Latina e no Caribe — são as que sofrem os piores efeitos das mudanças recentes no ciclo da alimentação. Então, precisam muitas vezes optar por alimentos baratos e ultraprocessados, com alto teor de gordura, açúcar e sal, como revelou o relatório de 2018 da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Alimentação

Nesse sentido, optar por alimentos in natura, com alto valor nutritivo, é uma das recomendações para potencializar o sistema imunológico. No entanto, especialistas afirmam que, mesmo que a alimentação do paciente seja equilibrada e ele opte por alimentos orgânicos, há uma dificuldade de se obter, de forma integral, as vitaminas e os minerais necessários.

Por isso, uma correta suplementação de vitaminas e sais minerais podem ser bastante úteis para a manutenção da saúde. Afinal, as vitaminas atuam como cofatores de enzimas envolvidas na resposta imune e maturidade de células de defesa.

O consumo de prebióticos e probióticos, que garantem uma flora intestinal equilibrada, também contribuem para a manutenção da imunidade. Afinal, cerca de 70% das células imunológicas estão no trato intestinal. Probióticos encontrados nas fibras vegetais e nos alimentos fermentados fornecem ajuda extra na criação de uma barreira protetora.

Vitamina D

Em relação à Vitamina D, embora não exista consenso em relação à dosagem, sabe-se que o consumo de alimentos ou a suplementação dessa vitamina está relacionada ao bom desempenho do sistema imunológico. Um artigo publicado no The New York Times utilizou como amostra 107 pacientes idosos. O primeiro grupo recebeu uma dosagem alta de Vitamina D, enquanto o outro recebeu a dose padrão.

Depois de um ano, os pesquisadores verificaram que as pessoas do grupo de alta dosagem tiveram 40% menos doenças respiratórias em comparação aos demais participantes. Outro estudo em forma de meta-análise, publicado no BMJ, analisou 25 ensaios clínicos randomizados com mais de 11.000 pacientes. Ele observou que a suplementação com Vitamina D teve um efeito protetor contra doenças respiratórias.

A bebida alcoólica em excesso também pode prejudicar a resposta imunológica. Pesquisas confirmam a existência da relação entre o consumo excessivo de álcool e a função imune do organismo. Assim, foi demonstrado que pessoas que bebem em excesso são mais suscetíveis a doenças respiratórias e também demoram mais para se recuperar. Estudos também indicam que determinadas células de defesa (como macrófagos) não são tão eficazes em pessoas que consumiram álcool em excesso. Além disso, esse comportamento pode contribuir para redução de linfócitos.

Sono adequado

A qualidade do sono é outro fator determinante para o bom funcionamento do sistema imunológico. Afinal, uma quantidade de sono insuficiente reduz a capacidade de combate às infecções. Nesse contexto, em um estudo citado pelo The New York Times,164 pessoas foram expostas a vírus respiratórios, mas nem todas ficaram doentes. Aquelas que dormiam pouco (menos de seis horas por noite) tiveram 4,2 vezes mais chance de ficar doentes em relação às que dormiam mais de sete horas. O risco de adoecer era ainda maior para as pessoas que dormiam menos de cinco horas por noite.

Entre as recomendações para otimizar nosso sistema imunológico, a mais desafiadora talvez seja a que trata da adoção de hábitos para controlar o estresse. Parece algo quase impossível em meio à pandemia, crises econômicas e políticas, além de cenários de incertezas. Contudo, reduzir o estresse pode ser um forte aliado para aumentar a sua imunidade. O estresse contínuo aumenta a produção de cortisol no corpo, o que colabora para diminuir a resistência no combate às infecções. Os níveis crônicos de estresse reduzem as células de defesa que fazem nosso corpo lutar contra as doenças.

Dormir bem, meditar, alimentar-se de forma saudável e praticar exercícios físicos regularmente são recomendações antigas, mas, na verdade, continuam atuais para fortalecer a imunidade. O grande diferencial é que hoje elas podem ser monitoradas e apoiadas por modernas tecnologias da era digital. É isso que veremos mais a seguir!

Atividades físicas

Por fim, temos a prática de atividades físicas moderadas e intensas como fator de melhoria da imunidade. A liberação de substâncias no corpo durante e após os exercícios também provoca impactos positivos na imunidade, além de beneficiar outras áreas que também influenciam esse complexo sistema.

As pesquisas demonstram que horas após a prática de um exercício moderado ou intenso ocorre um aumento significativo de Linfócitos, Leucócitos, Citocinas e Imunoglobulinas. Desse modo, impactando a resposta imune.

Como as novas tecnologias e ferramentas impulsionam a imunidade 4.0?

O perfeito conhecimento do sistema imunológico é fundamental para o entendimento de questões relacionadas ao envelhecimento e à longevidade. Nos últimos anos, estudos relacionados à imunidade 4.0 e aos fatores que alteram de modo positivo o sistema imunológico ganharam grande evidência.

Sobretudo, pelo fato dos cientistas James Allison e Tasuku Honjo terem recebido o Prêmio Nobel de fisiologia na medicina. A dupla demonstrou como proteínas em células do sistema imunológico podem ser usadas para manipular o sistema imunológico, de modo que este consiga atacar as células cancerosas.

Desde então, a abordagem tem levado ao desenvolvimento de terapias reconhecidas por prolongar a vida de pessoas com câncer. Além disso, pode fazer desaparecer os sinais da doença mesmo em pessoas com estágio avançado do câncer. Vários pesquisadores começaram a adotar essa abordagem, e a imunoterapia é agora uma das áreas mais promissoras na pesquisa do câncer.

No que se refere ao papel da indústria farmacêutica, recentes avanços ligados à impressão 3D de medicamentos (fig.1) contribuirão, de forma direta ou indireta, com cuidados que visam a otimização do sistema imunológico. Especificamente em relação ao mercado magistral, a utilização de impressoras 3D nas farmácias magistrais teria o potencial de transformá-las em farmácias digitais. Desse modo, cumprindo o ciclo de cuidados de telemedicina e evoluindo o tratamento fármaco terapêutico de seus pacientes.

O uso da telemedicina nos atendimentos personalizados

A coparticipação da indústria farmacêutica e das farmácias magistrais parece ser a melhor forma de transformar o aporte dessa tecnologia em realidade. A indústria farmacêutica pode produzir em larga escala insumos medicamentosos em forma de filamentos com qualidade e segurança garantidas.

Assim, as Farmácias Magistrais Digitais conseguem transformar esses filamentos em medicamentos personalizados, de acordo com prescrições específicas. Apesar do conservadorismo do setor, a impressão de medicamentos em 3D tem potencial para se transformar no maior avanço tecnológico já observado no segmento farmacêutico.

A figura abaixo ilustra como a disponibilização de medicamentos personalizados e eventualmente produzidos pela impressora 3D faz parte da última etapa da cadeia de cuidados digitais, na telemedicina.

telemedicina

Expandir o acesso à saúde, possibilitando que pacientes em regiões remotas possam ser atendidos virtualmente por médicos especialistas em qualquer lugar do mundo: a telemedicina é a porta de entrada para a medicina do futuro. Por isso, além da utilização de recursos tecnológicos que permitem consultas remotas com diagnósticos precisos, prescrições digitais e medicamentos personalizados produzidos a partir de impressoras 3D consolidariam a Farmácia Magistral Digital como parte final dessa cadeia de cuidados digitais.

Um exemplo do uso da tecnologia em cuidados digitais

Um exemplo de empresa inovadora, que utiliza um modelo de negócio com base na cadeia de cuidados digitais ilustrada na figura acima, é a startup de saúde Thryve. Assim, embora não produza medicamentos, ela está focada no mapeamento do microbioma e na posterior customização e distribuição de produtos probióticos que atendam às necessidades específicas de cada cliente/paciente.

Esse mapeamento é importante porque a maioria das células imunes é encontrada no tecido linfático, associada ao intestino (gut-associated lymphoid tissue (GALT)), o que reflete o forte papel do intestino na manutenção da imunidade. A composição do microbioma intestinal muda com decorrer da vida, e é válido lembrar que dietas focadas na otimização da microbiota intestinal necessariamente inclui a utilização de probióticos e prebióticos.

O uso da inteligência artificial também tem o potencial de fazer parte do arsenal da Farmácia Magistral Digital. Essa tecnologia pode estar presente, por exemplo, na definição das melhores dietas alimentares para cada indivíduo, como mostra este artigo do cardiologista e professor de medicina molecular, Dr. Eric Topol.

Ele mesmo participou de uma experiência de duas semanas, em que usou um aplicativo para rastrear a sua alimentação, prática de exercícios e sono. Todos os seus dados e os dados de mais de mil pessoas foram analisados por inteligência artificial para criar um algoritmo de dieta personalizada. Com informações precisas, torna-se mais fácil tomar as decisões acertadas para o gerenciamento da nossa própria saúde e melhoria da nossa imunidade.

Novas Abordagens

O sistema imune é um sistema complexo integrado que necessita de vários micronutrientes específicos, incluindo vitaminas e minerais A, D, C, E, B6 e B12, folato, zinco, ferro, cobre e selênio. Esses micronutrientes têm um papel vital de sinergia em cada estágio da resposta imune.

No entanto, as reais necessidades diárias de consumo podem ser maiores que as quantidades atualmente recomendadas. Embora dados contraditórios existam, a evidência disponível indica que a suplementação com múltiplos micronutrientes, os quais apoiam a função imune, pode modular o sistema imunológico e reduzir o risco de infecção.

Estudos relacionados à imunossenescência, entendida como o declínio da função do sistema imunológico relacionado ao avanço da idade — favorecendo uma maior incidência de infecção, câncer e mortalidade relacionada a doenças autoimunes na população idosa — também abriram um novo paradigma focado na otimização do sistema imunológico. Ademais, outra abordagem está nos estudos da inflamação relacionada ao envelhecimento, o inflamaging, no melhor entendimento de suas causas e consequências.

Uma maior compreensão da relação entre a dupla fatal inflamaging (inflamação relacionada ao envelhecimento) e imunossenescência (declínio da imunidade relacionada ao envelhecimento) é um desses recentes avanços em pesquisa na área. Isso porque a inflamação causada pelo envelhecimento pode resultar de atividades desreguladas das células imunes, que tendem a ser pró-inflamatórias como parte de suas funções essenciais.

Outra abordagem diz respeito à nutrição de precisão, que foca na microbiota intestinal e sua interação com as células do intestino. Dessa forma, auxilia na regulação de vários mecanismos biológicos envolvidos na imunidade e na homeostase energética, enquanto também protege o corpo humano contra patógenos através da resistência à colonização.

Tendências

Os avanços na medicina de precisão impulsionados pela medicina preventiva, por diagnósticos precisos, e pela possibilidade de prevenção de patologias em estágio inicial também abrem a possibilidade de cuidados personalizados de saúde, focados na manutenção da saúde e idade biológica através da otimização da função do sistema imunológico. Isso permite o surgimento de uma nova fronteira, partindo de uma medicina de precisão em direção a um conceito mais amplo de saúde de precisão.

medicina de precisão

Crédito: Longevity Industry Landscape Overview 2019

Como usar a suplementação para promover a imunidade 4.0?

Para finalizar este artigo, trazemos uma recomendação interessante de como aliar tudo que mencionamos ao longo do conteúdo com o uso de alguns suplementos e nutracêuticos que impactam a imunidade. O principal deles é o OX-Berry® +Berry, um nutracêutico que tem capacidade antioxidante originária de sua matéria-prima principal, as antocianinas. Nesse sentido, a fórmula Viver Bem utiliza os seguintes elementos e quantidades:

  • OX-Berry® +Berry – 160mg;
  • Quercetina – 125mg;
  • Zinco bisglicinato – 15mg;
  • Própolis verde extrato seco – 200mg.

Nesse caso, você pode manipular 40 doses dessa fórmula. A dose recomendada é de 2 comprimidos ao dia. Preferencialmente, após as refeições.

Conclusão

Mudanças demográficas como o aumento global da expectativa de vida e o consequente aumento da população geriátrica impactam o aumento da incidência de doenças crônicas, como problemas cardíacos e câncer. Esses novos perfis de pacientes têm uma elevada percepção de valor a respeito dos medicamentos magistrais.

As Farmácias Magistrais têm o potencial de ocupar um “gap” de mercado ao oferecer dosagens e formas de prescrição/administração personalizadas que não são comercialmente disponíveis. Desse modo, o mercado magistral é o elo entre a mudança de paradigma dos profissionais de saúde que praticam uma medicina personalizada para os profissionais que têm uma visão mais ampla do conceito de imunidade 4.0.

Se você quiser saber como participar desse movimento, continue nos acompanhando. Basta assinar nossa newsletter para receber as novidades em seu e-mail.

Dr. Leonardo Aguiar, Lilia Porto, Raphael Aguiar & time Saúde na Era Pos-Digital

telemedicina e saúde

Telemedicina: escolhas que determinarão o novo normal

As novas tecnologias e a internet impactaram fortemente a nossa maneira de viver. Em tempos de pandemia, essas ferramentas aproximaram as nossas relações mais do que nunca, seja no âmbito pessoal ou no profissional. 

Vários segmentos de mercado já foram e vêm sendo impactados por todo o contexto exponencial e de digitalização. Estamos na era das plataformas que podem ser de delivery, serviços, relacionamentos, vendas, comunicação, educação e outras.

Já existe um movimento de “plataformização” na área de saúde há algum tempo, no entanto  os  impactos do novo coronavírus aceleraram esse processo. Estamos presenciando uma das maiores evoluções da Medicina a nível de acessibilidade, o que consequentemente representa uma das maiores evoluções desse mercado nos últimos tempos.

E dentro da Saúde Digital o maior sinal de que estamos presenciando a chegada do “Uber” e do “iFood” nesse setor da saúde é a chegada da Telemedicina.

Um marco na saúde

A Telemedicina pode ser um marco para essa evolução dos cuidados da saúde. O progresso dessa tecnologia nas últimas décadas vinha sendo lento no Brasil, apesar de ser visto por muitos como uma solução aos desafios contemporâneos. A pandemia acelerou a aprovação da prestação de serviços por Telemedicina por meio da Portaria nº 467, de 20 de março de 2020, e a partir daí o tema saúde digital mudou de status.

E essa mudança de status parece ser irreversível. Esperar acabar a pandemia para retomar velhos modelos e práticas de cuidados de saúde seria perda de tempo, e possivelmente de dinheiro. Dificilmente, um paciente vai enfrentar um transporte cheio e demorado para uma consulta presencial de cinco minutos. Os hábitos de ontem não são mais capazes de fazer frente aos desafios de hoje. O que virá é incerto, mas algumas mudanças já fazem parte do presente, e a Telemedicina é uma delas.

Medicina: um novo alcance com a tecnologia

É importante pautar novas práticas de Telemedicina de uma forma ética e responsável. Isso porque como a atividade é relativamente recente no Brasil, a Telemedicina ainda enfrenta alguns desafios de ordem técnica, legal, ética, regulatória, cultural, entre outros. 

Fora do Brasil e principalmente em países considerados desenvolvidos, a maioria dos serviços de Telemedicina que incide sobre diagnóstico e manejo clínico já é rotineiramente oferecida. 

O Brasil oferece oportunidades ímpares para o desenvolvimento e implementação da Telemedicina. Com dimensões continentais e uma população de mais de 200 milhões de habitantes, há milhares de locais isolados, de difícil acesso e com absoluta escassez de serviços de saúde; a distribuição de profissionais e recursos médicos também é desigual.  Por outrolado, o país possui um sistema de prestação de cuidados à saúde universal, integral e equânime, e apoiado por uma constituição nacional que desde 1988 colocou a saúde como uma garantia constitucional. 

Nesse cenário, a utilização da Telemedicina descortina vantagens não só na área da saúde, como também nas áreas econômica e social, criando um ambiente favorável para inovações, o que pode aumentar a oferta e demanda por serviços e produtos, consequentemente impulsionando o desenvolvimento de empresas. Serviços de Telemedicina não são somente para pessoas doentes ou carentes (de infraestrutura e de renda), mas também podem ser utilizados por pessoas que desejam monitorar dados de saúde, sem necessariamente ter um diagnóstico de doença em particular. Esse é também um dos mercados promissores para a Telemedicina.

Embora a prática da Telemedicina tenha chegado para preencher uma lacuna histórica, a pandemia acelerou sua implementação, ainda que inicialmente em caráter excepcional e temporário. De acordo com o ofício nº 1756/2020 encaminhado ao Ministério da Saúde, a Telemedicina poderá ser exercida apenas nos seguintes moldes:

 Telemonitoramento: possibilita que sob supervisão ou orientação médicas, sejam monitorados à distância parâmetros de saúde e/ou doença; 

Teleorientação: permite que médicos realizem à distância a orientação e o encaminhamento de pacientes em isolamento; 

Teleinterconsulta: permite a troca de informações e opiniões exclusivamente entre médicos, para auxílio diagnóstico ou terapêutico. 

O atendimento virtual em escala pode liberar o tempo presencial na prática clínica para ser usado pelos pacientes que realmente se beneficiam dele. Pode permitir que médicos e pacientes se comuniquem 24 horas por dia, todos os dias da semana, usando smartphones ou computadores habilitados para webcam. Os sintomas respiratórios – que podem ser sinais precoces da COVID-19 – estão entre as condições mais comumente avaliadas a partir  dessa abordagem. 

 Telemedicina é somente a ponta do iceberg de toda a transformação digital que a saúde está passando. Se a jornada do paciente importa cada vez mais, é fundamental revisitar as  jornadas no setor da saúde que ainda não são contempladas.

Quais seriam as escolhas que estamos fazendo no presente e que determinarão o futuro da saúde? 

Quais são os aprendizados que irão ficar quando essa pandemia chegar ao fim?

Como ampliar e fortalecer esse novo impulso na medicina? A classe médica está pronta para esse potencial ruptura cultural que já está em andamento?

Como ampliar e fortalecer esse novo impulso na medicina?

Acompanhe nosso conteúdo sobre Telemedicina. Conte-nos sobre o seu modelo de atendimento e o que já utiliza em termos de atendimento à distância utilizando a tecnologia. Envie suas dúvidas, críticas e sugestões. Elas são bem-vindas. Vamos percorrer juntos uma jornada rumo ao novo.

(Box. Conceitos)

Telemedicina, em sentido amplo, pode ser definida como o uso das tecnologias de informação e comunicação (TIC´s) na saúde, viabilizando a oferta de serviços ligados aos cuidados com a saúde (ampliação da atenção e da cobertura), especialmente nos casos em que a distância é um fator crítico.

A Telemedicina é o exercício da medicina, mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças, lesões e promoção da saúde. Ela pode ser síncrona (quando realizada em tempo real) ou assíncrona (atendimento off-line), indicando uma série de possibilidades de atendimento a distância, como a teleconsulta, o telediagnóstico, a telecirurgia, a teletriagem, a teleorientação, a teleconsultoria e o telemonitoramento.

Teleconsulta: consulta médica remota mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos. A teleconsulta subentende, como premissa obrigatória, o prévio estabelecimento de uma relação presencial entre médico e paciente. Nos atendimentos por longo tempo ou de doenças crônicas, é recomendada consulta presencial em intervalos não superiores a 120 dias

Prescrição digital 

A prescrição médica digital é um documento similar a já usada no Brasil. A diferença é que ela usa a assinatura digital do médico por meio do uso de um certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil Isso significa que, para um médico prescrever medicamentos digitalmente, antes é necessário criar sua assinatura digital.

Telessaúde ou Telemedicina?

Telemedicina e telessaúde têm sido utilizados, muitas vezes, como sinônimos, mas essas palavras têm significados distintos. Em relação à telessaúde, diz a história que a sua primeira participação foi no início do século XX, quando a comunicação via rádio foi utilizada para oferecer serviços médicos na Antártida. Já a Telemedicina foi utilizada pela primeira vez em 1970, nos Estados Unidos, com o objetivo de melhorar o atendimento dos médicos nas áreas rurais. A American Telemedicine Association (ATA) define a Telemedicina como ferramenta tecnológica com o objetivo de oferecer um atendimento melhor aos doentes que necessitam de exames com laudos a distância. Já a telessaúde se refere a toda e qualquer espécie de utilização de serviços de informação em relação à saúde a partir de instrumentos de comunicação tecnológica.

Telessaúde faz referência a um conceito mais amplo, englobando diferentes serviços remotos de assistência, diagnóstico, educação e pesquisa em saúde.

A Telemedicina é uma categoria dentro da telessaúde, que, por sua vez, proporciona especializações e serviços diretos, voltados para os médicos e enfermeiros.

Dr. Leonardo Aguiar, Lilia Porto, Raphael Aguiar & time Saúde na Era Pos-Digital

 

 

efeito sanfona

Efeito sanfona e efeito platô: saiba como contorná-los nos seus pacientes

O gerenciamento de peso requer uma série de cuidados e esforços daqueles que querem manter a forma e apresentar uma boa saúde. Entre tantos assuntos, é interessante destacar a melhor maneira de controlar o efeito sanfona e o efeito platô.

Essas são duas situações bastante recorrentes na rotina de quem deseja recuperar a boa forma. Portanto, devem receber total atenção dos profissionais da saúde, os quais oferecem soluções realmente eficientes e personalizadas conforme as características de cada indivíduo.

Nos tópicos abaixo, você ampliará seu conhecimento sobre esses dois termos e terá acesso a dicas que ajudam no sucesso dos planos alimentares. Portanto, continue conosco e boa leitura!

Os principais pontos para trabalhar com o paciente

Um estudo, desenvolvido por uma universidade da Coreia do Sul, mostrou que o efeito sanfona aumenta as chances de desenvolvimento de doenças crônicas, como o diabetes, e as cardíacas. É interessante incentivar a adesão ao tratamento àqueles pacientes que tenham perdido mais de sete quilos em poucas semanas, pois, normalmente, eles devem ter seguido uma dieta muito restritiva ou usado alguma solução que resultou na perda de peso rápida e nociva à saúde.

Além disso, agir de maneira empática e mostrar confiança na hora de apresentar as soluções é uma atitude básica. Mostre que tanto o efeito sanfona quanto o de estagnação do processo de perda de peso, o famoso efeito platô, geram consequências traumáticas ao organismo da pessoa. Por exemplo, aumento de apetite, alterações no humor, desaceleração do metabolismo, bem como problemas relacionadas ao cabelo e à pele. Inclusive, muitas dietas da moda trazem más consequências à saúde mental e à vida social.

As melhores dicas para evitar o efeito sanfona e platô

Como essas questões geram muito estresse, ansiedade e, até mesmo, baixa autoestima nas pessoas, é interessante que o profissional da saúde considere essas informações, a fim de propor soluções que ajudem os pacientes com efeito sanfona ou platô a reverter esse quadro.

Veja algumas dicas abaixo!

Invista na reeducação alimentar

A reeducação alimentar é uma das principais medidas para indicar às pessoas que desejam tratar o efeito sanfona. Indique alimentos que aumentem a sensação de saciedade no organismo e aqueles que aceleram o metabolismo, de modo a fortalecer o sistema imunológico. Também é indicado praticar exercícios diariamente, mesmo que seja em casa.

Uma abordagem bastante atual é chamada nutrição holística. Neste caso, a alimentação saudável é o principal caminho para obter equilíbrio emocional, físico e mental. Portanto, se o paciente dispõe de algum problema, ele deve ser solucionado com base nessas três esferas.

Isso porque, segundo tal método, a patologia em si não é vista como o único problema, sendo necessário orientar sobre o valor nutricional do que o paciente consome e o quanto os nutrientes ajudam na qualidade de vida. Sabendo disso, é muito importante incluir certos nootrópicos e os adaptógenos na dieta.

Proponha ferramentas de acompanhamento

Use a tecnologia como forma de incentivar o paciente na adesão ao tratamento. Hoje, é possível programar o envio de mensagens por WhatsApp, e-mail ou SMS. Também, há aplicativos para acompanhar o processo, de modo que o profissional fique por dentro da seriedade do paciente em resolver o efeito sanfona. Isso fortalece o seu relacionamento com ele e aumenta a credibilidade do seu consultório.

Procure regular a qualidade do sono do paciente

Inegavelmente, uma rotina atribulada causa muito estresse crônico e a sensação de esgotamento no indivíduo. Aliado a isso, não podemos nos esquecer dos impactos variados que a pandemia da COVID-19 causou em toda a população. Sobretudo, em pessoas infectadas que tiveram sequelas neurológicas pós-COVID-19.

Nesse cenário, a qualidade do sono é um dos fatores com maior influência na saúde mental das pessoas. Afinal, sem o descanso necessário o corpo não terá disposição para realizar as tarefas cotidianas. Além disso, comprovações científicas indicam a relação entre noites mal dormidas e obesidade em crianças e adultos.

Segundo Dalman et al (2003), ocorre a produção desenfreada de cortisol. Portanto, há uma tendência pelo consumo maior de açúcares e gorduras durante o dia, muitas vezes, também para manter os níveis de energia que não foram renovados ao decorrer da noite.

Ademais, de acordo com Taheri et al (2004), indivíduos com sono curto (menos que cinco horas por noite) apresentam níveis sanguíneos 15% menores de leptina, além de quase 30% maiores de grelina, em comparação com pessoas que dormiam aproximadamente 8h/noite.

Desse modo, é essencial avaliar tal questão com o seu paciente e ver se ele faz a higiene do sono antes de dormir. Em caso negativo, é importante orientar a redução do uso de telas azuis ao menos nas três horas que antecedem seu horário de dormir. Esse comportamento, portanto, ajuda a melhorar a saúde dos olhos e permite uma melhor liberação da melatonina.

Preste atenção no comportamento do paciente

É importante avaliar os efeitos do estresse, principalmente nos casos de compulsão alimentar associada à fome psicológica.

Malefícios da compulsão alimentar

Como bem sabemos, existem muitas dietas da moda que promovem a privação de nutrientes essenciais ao corpo. Além de provocar o efeito sanfona, elas também resultam em quadros de bulimia ou compulsão alimentar. Sem dúvidas, muitos acham surpreendentes conquistar melhores medidas corporais a curto prazo.

Entretanto, o papel do médico é muito importante para informar o quanto isso é arriscado e pode trazer grandes malefícios. Como falamos sobre a importância de prestar atenção no comportamento do paciente, é fundamental perguntar se ele tem o hábito de comer sem estar com fome.

Normalmente, esse evento está ligado a problemas pessoais e profissionais que afligem o indivíduo. Dessa forma, comidas com muitos carboidratos e elevados níveis de açúcares trazem uma sensação momentânea de alívio, mas depois ela desaparece e dá lugar à culpa. Assim, há um desequilíbrio entre o mental, o físico e, sobretudo, o emocional.

O transtorno de comer compulsivamente influencia o desenvolvimento de problemas respiratórios e outras doenças, como o diabetes tipo 2, o cálculo renal e a obesidade. Portanto, além de uma reeducação alimentar, é essencial o acompanhamento psicológico para melhorar questões internas.

Nutracêuticos que solucionam o efeito sanfona e platô

O profissional também pode contar com a indicação de auxiliares nesse processo, que ajudam o paciente a controlar o efeito sanfona e o platô: é o caso de Zembrin®.

O nutracêutico combate o estresse e a ansiedade, que podem levar à compulsão alimentar. Zembrin® melhora a qualidade do sono, restaurando o bem-estar e a qualidade vida, além de ajudar a resistir aos alimentos ricos em açúcar e carboidratos.

Seu composto e extraído de uma planta originária da África do Sul, chamada Sceletium tortuosum. Em suma, são 4 princípios ativos (Mesembrina, Mesembrenol, Mesembranol e Mesembrenona) que tornam essa fórmula patenteada e padronizada uma ótima alternativa para melhorar a saúde e o bem-estar dos indivíduos.

Comprovado cientificamente, uma única dose de 25mg de Zembrin® pode proporcionar efeito em apenas 2 horas após a ingestão. Além disso, o produto é manipulado em diversas formas farmacêuticas, como cápsulas, gotas orais, chocolate nutricional, entre outras.

Sobretudo, é importante lembrar que os resultados serão melhores quando os ativos estiverem alinhados a outras estratégias para gerenciamento do peso, como alimentação equilibrada e atividade física.

Durante a leitura deste artigo, você conheceu a importância de procurar as soluções corretas para auxiliar pacientes que sofrem com o efeito sanfona e o efeito platô. Portanto, considere essas dicas e conte com o apoio de uma farmácia magistral.

A Ibero Magistral oferece insumos farmacêuticos que ajudam a promover o bem-estar dos seus pacientes. Baixe nosso catálogo e conheça nossas soluções.

Referências:

Dallman MF, Pecoraro N, Akana SF, et al. Chronic stress and obesity; a new view of “comfort food” Proc Natl Acad Sci U S A. 2003; 100:11696–11701.

Taheri S, Lin L, Austin D, Young T, Mignot E; Short sleep duration is associated with reduced leptin, elevated ghrelin, and increased body mass index. PLoS Med. 2004; 1:e62.

plano alimentar

Como motivar os pacientes a seguirem o plano alimentar

Muitos pacientes apresentam uma certa dificuldade em permanecer no plano alimentar indicado, seja por ansiedade ou pelo fato de terem uma rotina muito atribulada. São muitos os eventos sociais e festas pautados em comidas e bebidas. Esse cenário gera desmotivação, que também sofre influência da falta de resultados concretos.

No entanto, a prescrição do plano alimentar é uma ferramenta importante na consulta com o profissional de saúde. Ela tem como objetivo detalhar a maneira como o indivíduo deve se alimentar. Nele é importante constar informações relacionadas aos alimentos, aos horários e até às quantidades ideais, adequada ao perfil do paciente, a fim de atingir os resultados esperados.

Apesar dos esforços e de toda motivação necessários nessa situação, o profissional de saúde se questiona sobre qual é o melhor modo de fazer com que o paciente acompanhe o que foi proposto, evitando que ele se perca e não alcance os objetivos desejados. Veja nos tópicos abaixo, como motivar o paciente a seguir o plano alimentar proposto. Boa leitura!

Conheça seu paciente

Muitos profissionais têm dificuldade em manter seu paciente focado em seguir o plano alimentar. Sobretudo, apesar de ser um momento desafiador para o profissional de saúde, existem várias ações simples que podem ajudar nessa tarefa. Assim, elas ajudarão a deixar seus pacientes mais focados e trarão os resultados positivos alinhados ao objetivo proposto.

Primeiramente, vale lembrar que, além de fazer uma boa anamnese, é necessário que você saiba algumas peculiaridades do seu paciente. Por exemplo, as maiores dificuldades, o andamento da rotina, horários e principais incômodos. Ajudá-lo a combater os maus hábitos é decisivo para que ele seja uma pessoa determinada e responsável com a saúde.

Sabemos que muitas pessoas não conseguem realizar uma boa gestão de tempo, e se prejudicam constantemente no dia a dia com as demandas no trabalho ou nos compromissos e assuntos pessoais. Então, esse comportamento deve ser considerado na hora de decidir como auxiliar o paciente de uma maneira simples e prática.

Use a tecnologia ao seu favor

Com a transformação digital e a chegada de softwares nos mais variados segmentos de mercado, rotinas de trabalho foram modificadas de forma benéfica e ajudaram a promover uma melhor produtividade dentro de todas as áreas.

Por isso, é muito importante usar os recursos tecnológicos e aproveitar a internet para aprimorar seu relacionamento com os pacientes. É interessante investir em estratégias de marketing focadas nos canais de comunicação que apresentem uma facilidade no contato.

Por exemplo, com o e-mail, é possível criar um fluxo de nutrição focado em textos motivacionais e dicas que ajudem o usuário a ter disciplina ao seguir um plano alimentar. A produção de conteúdo não só ajuda a educar as pessoas e a melhorar sua relação com o público-alvo, ela aperfeiçoa sua presença digital e aumenta sua credibilidade.

Além disso, as redes sociais também têm sua importância na implantação das suas táticas. Afinal, todos querem acompanhar os posts de páginas que investem em materiais de qualidade, sejam eles em imagens ou vídeos. Portanto, organize uma campanha que tenha uma estratégia voltada para esse objetivo e contribua de uma maneira sutil na melhoria das pessoas.

Além dessas medidas, tenha um software ou aplicativo que ajude na montagem do seu plano e que seja de fácil visualização pelo seu paciente. Com ele em mãos, o tempo todo, é menos provável que ele siga alguma instrução erroneamente, ou se esqueça dos seus compromissos.

Traga expectativas realistas

É importante deixar claro para seu paciente que os resultados podem demorar a surgir, mas que a jornada é recompensadora. Mudar hábitos não é uma tarefa fácil e pode demandar certo tempo e determinação. Quando o paciente tem expectativas muito altas e não enxerga resultados, é bem possível que ele fique desmotivado.

Ao conhecer seu paciente, também torna-se possível estabelecer metas realistas adequadas ao perfil dele. Muitas pessoas ficam desmotivadas por sentirem que precisam abandonar seus gostos e estilo de vida. Mostre que não é necessário abrir mão de tudo e que é possível seguir o plano alimentar de uma maneira simples.

Estimule uma mudança no estilo de vida

Explique que as mudanças alimentares não devem ser somente para condicionamento físico e, sim, para a busca de uma vida melhor. Não são medidas temporárias, mas com o intuito de garantir a longevidade. Além disso, incentive seus pacientes a cozinhar. Colocar a mão na massa traz um novo estímulo e mostra exatamente o que ele consome. Isso contribui com que ele tenha total consciência dos nutrientes, calorias, entre outros.

Mostre quanto é vantajoso esse ato, desde a economia, ao levar marmitas feitas em casa para o almoço no trabalho, até a importância de utilizar alimentos frescos. É interessante mostrar as vantagens de sentir o sabor, mastigar devagar e evitar produtos industrializados.

Use o paciente como exemplo

É interessante que o profissional de saúde acompanhe a dieta de perto e sempre use o paciente como exemplo, na intenção de identificar os ganhos que ele obteve. Logo, ao ver o resultado conquistado, o paciente ficará instigado a conseguir mais e superar os desafios. Esse tipo de comportamento é muito importante no incentivo a seguir o plano alimentar.

Quando eles conhecem as medidas que impedem o aparecimento de doenças e proporcionam um bem-estar no dia a dia, com certeza, eles repensarão o comportamento e verão que a reeducação alimentar é algo que trará ótimas vantagens à saúde.

Além disso, procure vê-lo de forma empática e entenda as suas necessidades e dificuldades. Mostre quanto é imprescindível fazer exercícios e, também, cuidar da saúde mental. Essa medida humaniza o atendimento e faz com que o paciente tenha confiança em você. Seja presencial e virtualmente, o fortalecimento da relação traz benefícios mútuos.

Comemore as pequenas vitórias com seu paciente

Comemore as metas alcançadas, por menores que sejam. O elogio é incentivador e aumenta a autoestima, traz mais vontade e foco para bater cada vez mais metas e objetivos. Durante o atendimento ao paciente, seja atencioso e principalmente sincero. Uma conversa franca pode ser fundamental para evitar expectativas surreais.

Use as mudanças no corpo do paciente como um incentivo para que ele mantenha o foco. Mostre em números ou exemplos, como o corpo dele já mostra resultados entre uma consulta e outra.

Durante este artigo, você conheceu algumas dicas que ajudam o profissional de saúde a motivar pacientes a seguirem o plano alimentar. Seguindo essas dicas, você conseguirá ajudar essas pessoas de forma eficiente para que elas não se percam no caminho e possam atingir o objetivo desejado.

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adesão ao tratamento

Dicas para aumentar a adesão ao tratamento pelos pacientes

Muitas pessoas que sofrem com doenças crônicas, tais quais a diabetes e a hipertensão, não seguem uma rotina de cuidados eficiente. Esse descuido pode aumentar os danos e o sofrimento ao longo do tempo. No entanto, com a adesão ao tratamento, o indivíduo terá mais saúde e longevidade ao seguir um procedimento adequado ao seu quadro.

Há várias táticas que podem ser utilizadas pelos profissionais de saúde e prescritores no intuito dos pacientes não abandonarem os respectivos tratamentos. É de extrema importância que a correta administração deles também seja uma preocupação dos médicos, pois tal cuidado colabora na humanização do atendimento e na construção da empatia.

Nos tópicos abaixo, você conhecerá diferentes maneiras de orientar e, até mesmo, de fazer uma prescrição que possibilite o cumprimento a contento do foi estabelecido entre os dois, sem que aconteça a resistência por parte dos pacientes. Portanto, continue conosco e tenha uma boa leitura!

O que interfere na adesão ao tratamento

Um tratamento de saúde não deve ser observado apenas pela perspectiva médica ou biológica. Diversos fatores permeiam a experiência do paciente, que vão desde elementos psicológicos, culturais, sociais, socioeconômicos, institucionais e até mesmo a relação com aquele profissional especializado que o atendeu, interferem nessa questão.

Os dados do Ministério da Saúde foram capazes de identificar os perfis de pacientes que não seguem o tratamento. Veja abaixo quais são eles.

  • voluntários: por múltiplos motivos, decidem não tomar os medicamentos de forma parcial ou total;
  • involuntários: por desorganização, falha de conhecimento ou interpretação indevida das orientações da equipe médica, bem como esquecimento de horários;
  • aqueles que tiram “férias”: alguns pacientes costumam ter dias livres para não tomar a medicação, o que pode ser no fim de semana ou nas férias. Essa pausa pode atrapalhar a efetividade do tratamento;
  • aqueles que têm medo dos efeitos colaterais: outros pacientes podem temer os efeitos colaterais dos medicamentos e decidem não tomá-los.

Outros fatores levantados pela Revista Saúde Pública demonstra que a questão financeira, a perda de emprego, a ausência de um plano de saúde individual ou familiar ou o fato de ser ingerido mais de um medicamento por dia, afetam a adesão ao tratamento. Cada caso carrega sua particularidade e eles devem ser analisados a fim de buscar uma solução adequada.

Dessa maneira, como pode o profissional especializado mudar esse cenário e agir beneficamente na vida daquele paciente? Afinal, sabemos que, mesmo que ele não tenha todas as ferramentas para solucionar esses problemas, há maneiras de oferecer um incentivo diário e reverter toda essa situação que adia a conquista de uma rotina saudável.

O que pode ser feito para aumentar a adesão ao tratamento

Por mais que alguns contestem dificuldade e não consigam ter uma vida saudável ou, pelo menos, serem responsáveis no cumprimento dos respectivos tratamentos, todos desejam garantir o bem-estar e a própria longevidade. No entanto, é interessante investir em uma mudança de hábitos e, às vezes, é por meio de incentivos que ela, aos poucos, acontece.

Hoje, o comportamento do consumidor está muito ligado à influência. Ele gosta de dados que comprovem a veracidade das coisas e da opinião de pessoas que passam pela mesma situação, para ter certeza de que seus esforços não serão em vão. Como forma de incentivar essas pessoas a agirem com mais responsabilidade, veja algumas dicas que podem conscientizar os pacientes sobre a adesão ao tratamento farmacológico:

Divulgue sua importância

Agentes comunitários da área da saúde podem fazer uma campanha nos postos de saúde e alertar sobre a importância da adesão ao tratamento de doenças crônicas. O incentivo ao agendamento de consultas e o investimento em palestras são métodos para que os pacientes possam sanar suas dúvidas com os médicos e enfermeiros.

Também, pode-se fazer divulgação por meio de campanhas de marketing sobre a extrema importância da correta adesão. Elas poderão ser feitas com a ajuda de cartazes, colocados em locais de grande circulação de pessoas ou em ambientes virtuais que seu público-alvo visite assiduamente.

Além disso, é importante informar os números nesse tipo de comunicação. Eles são efetivos e mostram uma visão mais ampla dos efeitos da falta do não cumprimento. Por exemplo, de acordo com o Ministério de Saúde, se a hipertensão arterial não for bem tratada, 25% dos pacientes precisarão de diálise por insuficiência renal.

É imprescindível destacar que a melhora no estágio inicial não deve fazer o paciente parar sua medicação, muito menos achar que o que foi feito até agora é suficiente. Afinal, quando há um intervalo de tempo no qual não se segue o tratamento, é possível que os agentes infecciosos adquiram resistência. Por isso, é interessante destacar tais informações.

Administração conforme a rotina do paciente

As farmácias têm nas mãos uma das maiores responsabilidades na adesão ao tratamento, e ela poderá ser propagada por meio do seu investimento no marketing de relacionamento com os clientes. Estratégia essa que contribui tanto na atração de clientes ou fidelização dos consumidores, que já fazem parte da lista de cadastrados na farmácia magistral.

O contato direto ou via internet com o público-alvo permite a criação um vínculo de proximidade. Ao agir de forma correta, a farmácia tem a oportunidade de conquistar a confiança e ter credibilidade no mercado atuante. Com auxílio de certas ações, é possível acompanhar o paciente com questionários e conversas com a família.

Essa tática ajuda a equipe da farmácia a montar uma rotina adequada à realidade dele. Os medicamentos podem ser administrados de acordo com a rotina do cliente. Dessa maneira, ele não corre o risco de se esquecer e desistir do tratamento.

Ou seja, para melhor a adesão ao tratamento, o paciente pode tomar a medicação logo após as refeições, assim, adquire o hábito. Os profissionais da saúde devem mostrar que tudo pode ser feito da maneira mais fácil, para que o paciente não se perca ou fique desestimulado no meio do tratamento.

Adote os recursos tecnológicos

A tecnologia ajuda muitas pessoas a melhorar a rotina e serem mais organizadas no dia a dia. Existem diversos aplicativos para dispositivos móveis que facilitam a adesão ao tratamento pelos pacientes. Hoje, contamos com muitos apps com alertas que podem ser usados pelo prescritor no incentivo ao cumprimento da parte do paciente.

Por meio dessas ferramentas, ele poderá acessar plataformas de saúde e cadastrar os horários nos quais os medicamentos devem ser administrados. Dessa forma, os pacientes recebem uma notificação na hora certa, ajudando na questão do esquecimento.

No entanto, há outras formas de fazer esses lembretes e eles poderão ser propagados com a ajuda do WhatsApp, e-mail ou SMS, o que depende da familiaridade de cada um com tais canais de comunicação. No intuito de facilitar as rotinas e amenizar erros, a automação de processos é uma escolha indicada àqueles que sempre querem agir com eficiência e maximizar a qualidade do serviço.

Verifique a melhor forma farmacêutica

Uma das vantagens da farmácia magistral é a variedade de apresentações que um medicamento pode ter. Formatos de cápsulas, pó, gotas, xarope, doces, cremes, pastilhas e muitas outras podem estar à disposição do paciente. Dessa maneira, é essencial que se conheça as necessidades do indivíduo para indicar o melhor tratamento.

Aliás, essa é uma etapa importante. Afinal, a forma farmacêutica é capaz de aumentar a adesão ao tratamento de idosos ou crianças, por exemplo. Tornam as indicações médicas mais fáceis de serem seguidas, porque a gestão do atendimento é totalmente atrativa. O que beneficia a rotina de cuidados dos pacientes e a construção do seu diferencial competitivo.

Tenha uma boa relação com os pacientes

Essa questão serve para todos os profissionais da saúde que fazem parte do tratamento do paciente. Dos médicos até os farmacêuticos, é importante fazer com que as pessoas se sintam à vontade para tirar dúvidas e conversar a respeito de sua doença crônica. Explicar o motivo pelo qual determinado medicamento foi receitado, a função dele no organismo e demais detalhes é importante.

Esse cuidado faz com que ele tenha mais seriedade e esteja convicto da importância do uso correto dele. Além dessas ações, é interessante que o profissional seja sempre atencioso, objetivo e claro, na intenção do paciente se sentir seguro ao aderir o tratamento, o que faz com que o relacionamento entre profissional da saúde e paciente melhore.

Acompanhe e aconselhe conforme o caso

Existem exemplos de doenças que demandam esse acompanhamento, e é muito importante que o profissional de saúde faça o engajamento da adesão ao tratamento, devido ao fato de muitos esquecimentos e interrupções nos tratamentos. É o caso da hipertensão, que causa muitos problemas no metabolismo.

Também, há a tuberculose. Esses casos requerem uma certa atenção de médicos e farmacêuticos. Deve-se prescrever a medicação correta e conscientizar esses pacientes a seguirem corretamente as indicações para que o quadro não piore.

Neste artigo, você viu quanto é importante saber divulgar, explicar e orientar as pessoas com doenças crônicas sobre a importância da adesão ao tratamento. Somente assim, elas seguirão corretamente a terapia, em prol de uma melhor qualidade de vida.

Gostou deste conteúdo? Então, não deixe compartilhá-lo nas suas redes sociais para que mais prescritores se conscientizem sobre a importância desse assunto.

extrato de bergamota

VazGuard™ (Bergamot Phytosome®): estudo revela novos benefícios para a saúde cardiovascular

Segundo uma pesquisa da US National Library of Medicine, o extrato de bergamota possui benefícios específicos para pacientes que têm Diabetes Mellitus. Conhecida popularmente como diabetes, as pessoas que sofrem com essa doença podem apresentar complicações como a hiperlipidemia e dislipidemia. 

Sendo assim, pacientes com essas condições devem ter atenção com relação à cardioproteção. Diante disso, diversos estudos já apresentaram a correlação entre dietas ricas em flavonoides e a redução do risco cardiovascular. O que coloca a  Citrus bergamia Risso, mais conhecida como bergamota, em posição de destaque, já que possui um significativo grau de atividades hipocolesterolêmicas e antioxidantes. 

Além disso, a pesquisa demonstrou que o extrato da bergamota também possui uma composição de flavonoides, e algumas flavonas podem atuar como estatinas naturais. Dessa maneira, esses polifenois em dieta, possuem um ótimo desempenho na melhora da cardioproteção dos pacientes com DM.

ABSORÇÃO DE POLIFENOIS

Entretanto, a fraca absorção gastrointestinal de polifenois exigiu que fossem feitos estudos que trouxessem novos tipos de formulações. Assim, foram desenvolvidas formulações com melhor biodisponibilização de frações de polifenois ricas de extratos de espécies cítricas, como a bergamota. 

Com isso, a pesquisa demonstrou as diferenças no efeito da fração polifenóica da bergamota padrão (BPF®) e a sua formulação fitossômico (BPF Phyto), em pacientes com diabetes tipo 2 e hiperlipidemia. Os resultados não foram diferentes em resposta terapêutica, mas o sistema de liberação Phyto demonstrou proporcionar uma melhor absorção. 

BENEFÍCIOS DO EXTRATO DE BERGAMOTA

O extrato da bergamota é rico em vitamina C e A. Os pacientes com diabetes também têm mais benefícios pelo fato da fruta prevenir o colesterol alto e a aterosclerose. Também atua no controle da hipertensão, fortalece o sistema imunológico, melhora o funcionamento do intestino e também é um calmante natural. Assim, o extrato de bergamota é mais uma das indicações naturais para o controle do colesterol.

VAZGUARD™: INOVAÇÃO NA SAÚDE CARDIOVASCULAR (fração padronizada de polifenois da bergamota)

Pessoas com altos níveis de colesterol, triglicérides e LDL, normalmente possuem aumento na incidência de aterosclerose e doença arterial coronariana. A solução para esses problemas de saúde consiste no tratamento com administração de estatinas, indicadas apenas para alguns pacientes.

Outros, com síndrome metabólica, ainda assim não conseguem atingir bons resultados de LDL. Essa síndrome pode causar doenças cardiovasculares e também diabetes do tipo 2. O risco de enfermidade é elevado com as concentrações altas de LDL.

Pesquisas realizadas recentemente indicam que há uma relação entre a diabetes e a síndrome metabólica. A sugestão é que sejam incorporados na dieta os polifenois, especialmente os flavonóides, importantes para a pré-diabetes. A ligação entre os flavonoides e a redução do risco vascular é bem grande, como falamos, devido às propriedades da bergamota.

A relação descoberta é um avanço, pois permite que testes e triagem de novos agentes terapêuticos sejam feitos. Assim surgiu o VAZGUARD™.

Para unir os resultados desse estudos, está disponível no mercado o VAZGUARD™, o ativo que contém a tecnologia Bergamot Phytosome®! Ele é um nutracêutico 100% natural desenvolvido para cuidar e proteger a saúde cardiovascular, feito com uma espécie de bergamota encontrada na região da Calábria, no sul da Itália.

Polifenois padronizados

O VAZGUARD™ é a fração padronizada de polifenois da bergamota, feita para otimizar a absorção biológica das substâncias dessa fruta cítrica. Dessa forma, VAZGUARD™ conta com a tecnologia Phytosome® de sistema de liberação, que melhora a biodisponibilidade dos ingredientes ativos quando administrado por via oral.

Além disso, VAZGUARD™ demonstrou ser eficaz também no suporte de níveis sanguíneos saudáveis de colesterol total, LDL, HDL e triglicérides. Fora a sua atuação na modulação da síndrome metabólica.

Podemos concluir que o uso de VAZGUARD™ pode trazer diversos benefícios para o organismo humano, além da prevenção de doenças. As principais vantagens do ativo são a redução dos parâmetros de lipídeos, modulação da síndrome metabólica, redução considerável da esteatose hepática; aumento de lipoproteína de alta densidade (popularmente conhecido como HDL), em contraste com a diminuição de lipoproteínas de baixa densidade (também chamados de LDL). Por fim, outro lado benéfico do VAZGUARD™ é a diminuição dos índices de triglicerídeos e o controle da glicemia.

Em sua composição, o VAZGUARD™ apresenta um teor grande de flavonas, como a neoeriocitrina, a naringina e neohesperidina. Além disso, ele também destaca a presença padronizada de flavonoides glicosídeos do tipo estatina: Melitidina e Brutieridina. Ainda fazem parte da fórmula outras substâncias, a Rutina, a Neodiosmina, a Rhoifolina, a Poncirina, o Ácido ascórbico e Pectinas.

Fórmula segura

VAZGUARD™ não apresenta nenhum efeito colateral associado ao seu uso a longo prazo, diferentemente de outros tratamentos de estatinas. Logo, pode ser feita a administração contínua, sem prejuízos. A sua fórmula é segura e bem tolerada pelo organismo humano. No caso de pacientes gestantes ou lactantes, a recomendação para o uso é com acompanhamento médico.

Quanto às pessoas com restrição alimentar, o uso de VAZGUARD™ não é nocivo à saúde, uma vez que em sua composição não há lactose ou glúten.

Ofereça para seus clientes essa novidade! Entre em contato aqui e leve para sua farmácia de manipulação o VAZGUARD™!

Observação: Estas informações são direcionadas exclusivamente para farmácias de manipulação. Consumidores finais não devem se guiar por elas.

Referências: Estudo PlubMed

anamnese

11 dicas para atingir uma anamnese mais assertiva

Uma das partes mais interessantes e relevantes da medicina é a anamnese. É como ser um detetive que está atrás das dicas certas. Sem elas, o profissional da saúde não consegue fazer o diagnóstico preciso e indicar a melhor conduta terapêutica.

Aliás, é na conversa com o paciente que o médico ganha aproximação e pode criar um laço de confiança. O que muitas vezes pode ser essencial para descobrir patologias raras ou difíceis. Dessa forma, é a anamnese também uma maneira de criar um bom relacionamento com o paciente.

Em tempos de consultórios lotados, o atendimento ao paciente ganha mais destaque. Então, no tema de hoje, tratamos de abordar dicas para a prática da anamnese que podem fazer a diferença na escolha de um tratamento médico mais adequado. Continue a leitura!

CHEQUE OS PARÂMETROS CLÍNICOS

Após uma breve conversa cordial com o paciente fazendo prevalecer a cordialidade e a simpatia, (ainda que o volume de atendimentos diários seja grande) é hora de começar a investigação. Comece pelos parâmetros vitais, como pressão sanguínea, reflexos naturais, glicemia, temperatura corporal e outros fatores chaves.

Em seguida, questione sobre dores e incômodos. Com a checagem dos parâmetros clínicos, será possível verificar a intensidade desses sintomas. Assim como a duração e se estão ligados a algum acontecimento relatado pelo paciente.

INVESTIGUE O HISTÓRICO DO PACIENTE

Pode ser óbvio, mas esta fase da anamnese traz respostas que podem mudar diagnósticos comuns. Isso porque alguns profissionais tocam de maneira superficial o histórico do paciente, levados pela rotina. Então, é sempre bom lembrar sobre a importância de ouvir o histórico do paciente.

Estão incluídos aqui o histórico familiar, o uso de medicamentos prescritos e/ou não, presença de doenças e histórico de cirurgias. 

Outro aspecto importante é a análise sobre interações medicamentosas. Somente com esse levantamento do histórico, é possível verificar se outros remédios podem ser um risco para o paciente. Ademais, é papel do profissional questionar sobre a efetividade e sintomas causados pelos medicamentos que o paciente já usa.

ANALISE A LINGUAGEM NÃO VERBAL

Prestar atenção no paciente também envolve analisar seus gestos e atitudes. Essa análise é aprimorada com o passar do tempo e a aquisição de experiência. Principalmente por ser uma técnica que se desenvolve ao estar em contato com diversos pacientes.

Entre os sinais clássicos que podem chamar a atenção estão: braços cruzados, falta de contato visual e repetição de movimentos. Podem estar ligados ao fato de que os pacientes estão omitindo informações ou possuem doenças como depressão e ansiedade.

ANAMNESE COMPARTILHADA

É comum também que os profissionais da área médica fiquem com dúvidas sobre os diagnósticos do paciente. Sendo assim, é o ambiente hospitalar onde equipes médicas podem trocar histórias e dados sobre diagnósticos que lhe parecem incertos.

Ademais, é nessa troca que médicos em início de carreira aprendem com os profissionais veteranos. Sendo também esta uma chance para tirar dúvidas com quem é mais maduro. Entretanto, não se esqueça de que é a abordagem ao paciente a melhor prática médica.

CONSTRUA UM DIAGNÓSTICO SEM PRESSA

Com a coleta de todos os dados sobre o paciente, é o início do raciocínio clínico. Sendo este apoiado no conhecimento que o profissional possui, assim como estudos recentes da área. O que demonstra a importância de se manter atualizado.

Dessa forma, a construção do diagnóstico também deve ser compartilhada com o paciente. Pode ele resolver algumas lacunas ou se lembrar de detalhes importantes. Com esses dados em mãos, o profissional deve escolher entre começar um tratamento ou fazer o encaminhamento para exames complementares.

Em suma, a anamnese é um procedimento que se aprimora com o passar do tempo. Assim, o profissional se torna mais ágil ao montar o diagnóstico e ao fazer as perguntas chaves para a avaliação, sem deixar de se dedicar a ouvir bem o paciente.

Converse sobre o diagnóstico com seu paciente

A anamnese é uma etapa essencial para entender o problema do paciente e por fim chegar a um diagnóstico. A conversa franca e sincera com o paciente pode ajudar muito nessa fase.

Após ouvir as queixas do paciente, refletir sobre todas as informações que obteve na consulta e na ficha de anamnese, esclareça a possibilidade de um diagnóstico naquele momento ou se necessita de mais exames e melhorar a investigação para chegar a uma conclusão precisa.

Caso consiga um diagnóstico instantâneo, oriente o paciente corretamente sobre o tratamento, sensibilizando-o para a importância de seguir as recomendações corretamente. Se necessitar de mais exames para oferecer um diagnóstico, encaminhe o paciente e oriente-o sobre os melhores locais para realizar, ressaltando que retorne ao seu consultório após os resultados laboratoriais para iniciar o tratamento.

Desenvolva uma boa ficha de anamnese

Uma ficha de anamnese eficiente pode deixar a consulta mais prática e objetiva, além de economizar tempo. É essencial também que seu paciente preencha a ficha com fidelidade.

O primeiro passo de uma boa ficha são os campos de identificação e dados cadastrais do paciente: dados de identificação, como nome completo, documentos pessoais, contato etc. Dados de qualificação como idade, altura, peso e tipo sanguíneo; Dados para emergência, como nome e telefone de quem contatar.

Seguindo, colete os dados sobre as condições físicas, fisiológicas e emocionais do paciente. Doenças, cirurgias anteriores, medicamentos que faz uso, limitações físicas. Nesta parte da ficha, adicione também perguntas que façam diferença no seu ramo de atuação, como perfil de alimentação do paciente, se pratica exercícios físicos, a profissão do paciente e outras questões que achar pertinente. O ideal é que a ficha poupe o tempo de consulta que seria gasto para realizar perguntas rotineiras e concentrar as informações necessárias.

Caso ache necessário, a ficha de anamnese pode também conter fotos para uma inspeção visual e eventuais comparativos de “antes” e “depois” do tratamento, caso seja visível. Esse recurso é muito usado na estética, mas também pode fazer parte da anamnese clínica, principalmente na nutrologia, dermatologia etc.

Esclareça todas as dúvidas de seu paciente

Antes de tudo, preste atenção às perguntas, dúvidas e queixas de seu paciente. Faça contato visual e demonstre interesse, para que ele confie em você. As pessoas tendem a esconder informações que podem ser essenciais se não confiam no profissional. Não o interrompa quando estiver falando, espere-o terminar e só assim faça suas perguntas.

Fale com clareza para que seu paciente te entenda, adeque seu vocabulário para termos mais conhecidos pelo público em geral, evite termos técnicos. Se for utilizar, explique-os corretamente. Quando sentir insegurança na fala do paciente, explique novamente e pausadamente, de forma mais simples possível.

Não o deixe sair com dúvidas de seu consultório, pois tratando-se de medicamentos e orientações médicas é importante que tudo esteja sempre bem esclarecido para que o tratamento não seja realizado de forma errada.

Esteja 100% presente na consulta, pois naquele momento seu paciente deve ser o centro de sua atenção. Escute-o com atenção, pergunte todos os detalhes e esteja disposto a acolher e ouvir.

Forneça um roteiro da consulta

Uma maneira de deixar o paciente mais confortável é dizer de antemão o que irá acontecer durante a consulta. Dessa forma ele facilitará todo seu trabalho, sabendo já quais os serão os próximos passos. Explique os procedimentos de maneira clara. Assim, cria-se uma melhor conexão, gerando mais confiança para o relacionamento.

Foque nos últimos sintomas

O paciente vai se lembrar dos diversos sintomas que teve nos últimos tempos. Na primeira consulta, porém, é importante focar nos sintomas e sinais recentes. Além disso, o paciente pode estar preocupado, por isso esse é o momento de tranquilizar os maiores temores dele. Portanto, tente descobrir o que está incomodando, e use o olhar clínico para oferecer informações mais assertivas. Com isso você pode acalmar o paciente e já traçar um raciocínio sobre o diagnóstico, e qual o caminho vai tomar nas próximas consultas.

Responda o que o paciente quer ouvir

É importante esclarecer todas as dúvidas dos pacientes, de forma clara e objetiva. Eles hoje chegam ao consultório com informações prévias que obtiveram na internet. Contudo, preste atenção no que irá dizer para eles. Muitas das informações não são ditas, mas é papel do médico fornecê-las aos pacientes.

São basicamente 4 coisas que os pacientes querem saber na primeira consulta. Ao respondê-las, você demonstra que se preocupa e está atento ao bem-estar deles. Os 4 itens são:

  • Diagnóstico: “O que há de errado comigo?”
  • Prognóstico: “Quanto tempo até eu melhorar?”
  • Tratamento: “O que você pode fazer por mim?”
  • Prevenção: “O que posso fazer por mim”?

Sobretudo, deixe o paciente mais tranquilo com respostas assertivas nesse sentido. Você terá mais tranquilidade e irá criar uma conexão com seu paciente. Por fim pergunte a ele se ainda há algo que você pode fazer para ajudá-lo.

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Referências: Secad e ABC da Medicina

o que é home care

Afinal, o que é home care e como atuar nesse mercado?

Home care é serviço praticado há muito tempo nos Estados Unidos. Apesar de muitas pessoas ainda não saberem o que é essa facilidade, trata-se de uma modalidade que tem crescido também no Brasil.

A prática evoca os tempos históricos, em que o médico ia até o paciente. Ou seja, home care é todo o atendimento médico prestado a um paciente por um profissional da saúde, seja um tratamento temporário ou contínuo. Dessa forma, ele transfere o cuidado do consultório para a casa do paciente, sem perder a qualidade e conhecimento médico.

A diferença do tratamento familiar para os profissionais de saúde, é o fato de que o home care é um serviço mais amplo. Portanto, atende uma gama maior de necessidades, isto é, abrangendo profissionais de especialidades diferentes.

O que é home care e seus benefícios para médicos e pacientes

Para entender o que é home care: ele acontece quando o paciente está impossibilitado de receber o tratamento na clínica, isto é, o médico ou terapeuta vai até o paciente.

Essa prática traz benefícios para o paciente como maior conforto e maior qualidade de vida por evitar ambientes médicos estressantes. Além disso, traz resultados mais rápidos e eficientes.

O tratamento acaba sendo personalizado para atender cada paciente, de acordo com suas necessidades, tornando a recuperação mais confortável e prática. Além disso, permite que os familiares participem do tratamento, oferecendo suporte e fazendo com que essa situação seja mais agradável.

Com a população crescente de idosos com patologias e dificuldades de locomoção ou com mobilidade reduzida, o home care tem ganhado cada vez mais espaço por promover um serviço de qualidade, especializado e humanizado.

Mas os benefícios para os idosos vão além daquilo que diz respeito à locomoção, uma vez que evita-se o estresse de ter que enfrentar filas e aguardar em salas de espera com os serviços de home care. Sem mencionar que o ambiente hospitalar pode contribuir muito com um abalo emocional de pessoas em uma certa idade ou com problemas mais graves de saúde.

A modalidade também conquistou clientes pelo fato de reduzir o custo com locomoção de pacientes e serviços de acompanhamento.

Para o profissional de saúde, o home care também oferece benefícios. Maior liberdade para organizar a agenda, maior autonomia durante o serviço, além de ter como objetivo principal o bem-estar do paciente.

Precisamos destacar ainda que para o médico, oferecer esse atendimento humanizado e o mais próximo possível do seu paciente, o atendimento domiciliar permite perceber condições de saúde não verificadas na anamnese, contribuindo para a realização de um melhor diagnóstico.

A importância do home care em tempos de pandemia

Com a realidade da pandemia causada pelo Covid-19, a necessidade do home care passou a ser ainda mais presente e para muitas pessoas, receber atendimento médico domiciliar tornou-se primordial.

Diante das condições de risco que sair de casa passou a oferecer, o home care veio como uma alternativa de atendimento sem ter que ir a hospitais, clínicas ou laboratórios. Essa forma de receber atendimento médico proporciona mais segurança ao paciente, além de reduzir a sobrecarga nos centros hospitalares.

Obviamente, as preocupações ao ter que sair de casa passaram a fazer parte da vida de todas as pessoas, no entanto, aquelas consideradas parte do grupo de risco estão entre as que mais têm solicitado o atendimento home care, já que apresentam uma vulnerabilidade maior diante ao Coronavírus.

A falta de leito nos hospitais é outro fator que, a partir da pandemia, contribui para a procura do atendimento domiciliar. Segundo relatório apresentado pela Federação Brasileira de Hospitais (FBH), entre 2010 e 2019, o Brasil enfrentou uma redução de mais de 25 mil leitos e essa realidade tornou-se muito pior com o avanço da COVID-19.

Diante da possibilidade de procurar por atendimento médico no sistema hospitalar e se deparar com condições precárias, para muitos pacientes, pareceu e até hoje parece melhor alternativa manter-se no conforto de seus lares, sendo atendido por um médico em casa.

Como realizar o serviço de home care com qualidade?

Veja aqui como realizar o serviço com qualidade!

1. Esteja qualificado

Para prestar esse serviço, é preciso ser um profissional da saúde, como técnico em enfermagem, enfermeiro, nutricionista, médico, fonoaudiólogo, terapeuta funcional ou fisioterapeuta.

Existem cursos técnicos especializados em tratamento domiciliar capazes de trazer ainda mais qualidade e conhecimento aos seus serviços. Também existem cursos de primeiros socorros e cuidador de idosos. Outros ainda são de especializações como enfermagem para home care, atenção domiciliar e nutrição clínica.

2. Formule o custo justo do serviço

Baseie o preço da sua hora prestada de serviço levando em consideração despesas de locomoção, alimentação, pagamento de taxas e impostos. Além disso, a comissão de trabalho da agência, caso trabalhe para terceiros. A quantidade de horas que irá trabalhar e o período do dia em que poderá atender também contam na precificação.

3. Invista nos melhores equipamentos

Os equipamentos utilizados nesse serviço devem possuir, além de qualidade, praticidade e eficiência. Eles também precisam fazer a diferença no tratamento do paciente.

4. Mantenha-se atualizado

Atualize-se sempre para trazer os melhores tratamentos para seus pacientes, assim como mais conforto e eficiência durante o atendimento.

É válido dizer que os pacientes, independente de faixa etária e classe social, estão muito bem informados, devido ao uso maciço da internet e acesso aos demais veículos de informação. Essas pessoas, apesar de na maioria das vezes não serem profissionais de saúde recebendo um atendimento médico, possuem bons conhecimentos a respeito de suas patologias, tipo de atendimento que deverão receber e procedimentos aos quais precisarão ser submetidos.

Diante dessa realidade, a exigência dos pacientes está cada vez maior e é preciso que o profissional de home care esteja totalmente habilitado para atendê-la. Caso contrário, terá dificuldade em se manter atuante nesse mercado tão promissor, porém bastante competitivo.

Então, sabendo o que é home care e os benefícios, que tal investir nesse mercado em expansão e alavancar ainda mais a sua carreira?

Caso tenha alguma dúvida sobre o assunto, deixe seu comentário ou entre em contato conosco.

Aproveite para manter-se ainda mais bem informado e leia outros textos com informações que poderão deixar seu atendimento ainda mais humanizado, com este: saiba como fazer o controle de retorno dos pacientes na sua clínica.

Referências: Escola da PazMiotecConexão Home Care e Medicina S/A.

Sceletium tortuosum

Zembrin®: ativo botânico que revolucionou o bem-estar

Diversas soluções inovadoras pesquisadas pela indústria farmacêutica têm sua origem na natureza. Conhecidos como ativos naturais, essas substâncias são estudadas pela ciência farmacêutica por muito tempo para descobrir como seu uso pode ser feito de maneira segura e eficaz.

Nesse caso, o Zembrin® é uma dessas substâncias padronizado em ativos botânicos que revolucionou a saúde humana. Zembrin® é composto por 4 princípios ativos extraídos de forma patenteada e padronizada da planta Sceletium tortuosum, originária da África do Sul.

Então, vamos conhecer melhor as propriedades e a segurança de Zembrin®?

Zembrin® é padronizado em 4 alcalóides específicos que atuam de forma sinérgica no sistema nervoso central, que são eles: Mesembrina, Mesembrenol, Mesembranol e Mesembrenona. No processo minucioso de extração destas substâncias, a Mesembrina, responsável pelo primeiro mecanismo de ação de Zembrin® (Inibidor seletivo da recaptação da serotonina- ISRS), passa por um processo de purificação onde são retirados todos os oxalatos de sua composição, tornando-a eficaz e segura para consumo humano. O ativo responsável pelo segundo mecanismo de ação: Inibição seletiva da enzima PDE-4, responsável por promover mais atenção, raciocínio e amenizar o cansaço mental é a Mesembrenona.

Somente Zembrin® possui a patente da padronização única de 4 princípios ativos extraídos da planta Sceletium tortuosum – padronização desde a escolha das sementes até a colheita da planta para um produto autêntico, padronizado com garantia de segurança através de estudos clínicos de segurança, eficácia, toxicidade e tolerabilidade publicados.

Sceletium tortuosum: histórico de pesquisa

É importante frisar que a Sceletium tortuosum possui resultado de muitos anos de pesquisa em botânica, química, seleção e cultivo padronizados. O trabalho inicial em 1995 apontou que existem dois tipos de Sceletium tortuosum: as consideradas “fortes” pelos povos indígenas, potencialmente indutoras de euforia e outras espécies cultivadas em locais adjacentes onde as idênticas plantas de Sceletium eram consideradas “leves” e usadas para o estresse.

No entanto, existem ao todo 22 espécies de Sceletium e apenas 8 espécies foram descritas em literaturas, sendo a considerada mais segura e com baixo teor de alcalóides apenas a espécie Sceletium tortuosum. Por isso, ela é única indicada e segura para uso humano, desde que contenham baixo teor de mesembrina.

Estudos mostram que a mesembrina é um inibidor seletivo da recaptação da serotonina mais potente que a fluoxetina (Phytochemistry, 2019). Estudos mostram que as espécies das plantas potencialmente intoxicantes (narcóticas) tinham alto teor de alcalóide total e a composição era particularmente alta do alcalóide mesembrina. A mesembrina possui oxalatos potencialmente prejudiciais, responsáveis pela ação narcótica, em altas concentrações, ela pode causar euforia, alucinações e tremores.

Das espécies descritas em literaturas científicas, as citadas abaixo são CONTRA-INDICADAS para uso humano, por oferecem altas concentrações de mesembrina e por isso, alto risco de efeito alucinógeno (Journal of Ethnopharmacology, 2008):

• 1 – Sceletium expansum (L.)
• 2 – Sceletium rigidum (L.)
• 3 – Sceletium strictum (L.)
• 4 – Sceletium varians (Haw)

Produção de Zembrin® e benefícios do ativo

Zembrin® é produzido a partir do cultivo de sementes da Sceletium tortuosum com baixo teor de alcalóides e baixa composição de mesembrina livre de oxalatos e o seu uso diário a longo prazo, demonstrou ser seguro, sem risco de doping ou dependência. Dados históricos e estudos in vitro, in vivo, estudos de casos clínicos e dados de ensaios clínicos suportam os benefícios experimentais dos benefícios de Zembrin®.

Entre os efeitos de Zembrin®, encontramos um mecanismo de ação que age no sistema central e promove alívio dos sintomas da ansiedade e depressão por meio do mecanismo duplo de ação da fórmula. O que comprova-se a partir de resultados científicos e que demonstraram sua segurança. Dessa maneira, devido ao seu mecanismo de ação, Zembrin® diminui a tensão e melhora humor, funções cognitivas e melhora demais sintomas frutos da ansiedade.

Além disso, Zembrin® tem grandes vantagens em relação a outros nutracêuticos, incluindo início de ação muito rápido, eficácia experiencial (a maioria dos usuários pode experimentar um efeito dentro de um a dois dias após a ingestão) e excepcional segurança e tolerabilidade.
Dessa forma, sua composição única, fruto de anos de pesquisa farmacológica pode proporcionar ao público um ativo inovador que não traz riscos para a saúde.

Gostou de conhecer esse recorrido sobre o Zembrin®? Compartilhe este artigo em suas redes sociais! 

recordatório alimentar

Saiba como usar o recordatório alimentar como parte da estratégia de prescrição de dietas

A reeducação alimentar é um trabalho de mão dupla. Por um lado, existe o profissional da saúde que precisa fornecer orientações para ajustar os hábitos alimentares do paciente. Do outro lado, o interessado na mudança deve seguir as recomendações de forma precisa e correta. Uma ferramenta que pode ajudar nesse processo é recordatório alimentar.

Trata-se de uma espécie de documento que ajuda a informar detalhes a respeito do consumo diário alimentar, para que o profissional da saúde conheça melhor os costumes e as preferências do paciente. Contudo, para que esse documento seja eficiente, é preciso utilizá-lo corretamente.

Quer saber mais detalhes? Acompanhe este texto e conheça a real importância do recordatório alimentar. Também, descubra quais informações não podem faltar nele. Confira!

Qual a importância do recordatório alimentar?

Por vezes, durante uma consulta e até mesmo durante todo o tratamento, é comum que os pacientes não saibam dizer o que consumiram durante o dia. Isso dificulta bastante o acompanhamento médico-nutricional, aumentando as chances de o tratamento fracassar.

Entretanto, com o uso do recordatório alimentar, é possível realizar o registro dessas informações. Esses dados fazem com que o profissional de saúde consiga ter acesso integral ao consumo diário, ou em período pré-determinado, daquele paciente.

O que é possível fazer com os dados do recordatório alimentar?

Tendo essas informações em mãos, vai ser possível verificar quais são os erros que precisam ser corrigidos durante a dieta e, também, os acertos que merecem ser elogiados. Ainda, o recordatório alimentar pode servir para o mapeamento do estilo de vida do paciente.

Dessa forma, vai ser possível construir planos alimentares que incluam suplementos, os quais ajudam a garantir qualidade de vida. A longo prazo, o recordatório alimentar também ajuda a criar uma linha do tempo, destacando a evolução do paciente.

Quais informações não podem faltar no recordatório alimentar?

Primordialmente, esse documento deve conter informações organizadas, para que seja possível verificar quais pontos devem ser salientados. Afinal de contas, nada adianta encher o recordatório de informações se elas não estão agrupadas da melhor maneira para serem interpretadas. De modo geral, o recordatório alimentar deve conter:

  • quantidade de alimentos ingeridos durante o dia ou período;
  • registro da ingestão de água;
  • quantidade de óleo e açúcar ingeridos nas refeições;
  • elencar produtos industrializados consumidos;
  • horários e local de cada refeição.

Além disso, é importante que, para cada informação, seja informada a quantidade dos alimentos. Por exemplo, se utilizou-se alimentos em pó ou em grãos, informar quantas colheres ou xícaras. Caso o alimento seja unitário, informar também a quantidade, por exemplo, duas maças médias ou grandes. Ainda, é fundamental que o paciente anote se o alimento é integral. Em caso de industrializado, solicitar a marca do produto para observar as informações nutricionais.

Essas foram as informações sobre o recordatório alimentar. Esse tipo de documento é fundamental para todas as faixas etárias, mas é ainda mais relevante para o público da terceira idade. Sobretudo, dentre outros motivos, é comum que idosos esqueçam de beber água, o que necessita de um maior controle por parte do profissional de saúde.

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