Medicina Complementar e Alternativa: aceitações e riscos

As novas práticas de medicina complementar e alternativa estão cada vez mais populares nos consultórios do país, sejam públicos ou privados. Gradativamente, as chamadas PIC (Práticas Integrativas Complementares) estão sendo inseridas nos mais diversos tratamentos de saúde.

Em 2006, o Ministério da Saúde aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas que, neste ano, incorporou ao Sistema Único de Saúde (SUS) mais 10 práticas e agora são 29 procedimentos terapêuticos oferecidos pelo sistema. Dentre estas, acupuntura, homeopatia, fitoterapia, antroposofia, termalismo, arteterapia, ayurveda, biodança, meditação, musicoterapia, quiropraxia, reiki, dentre outras.

Para que a medicina complementar e alternativa possa ser realmente efetiva, o SUS oferece cursos e capacitações constantemente, bem como contrata profissionais da área e cria um banco de dados para referência posterior dos resultados obtidos com os tratamentos.

A cada dia, novos estudos apontam o quanto a medicina complementar e alternativa pode trazer diversos benefícios para as pessoas. E cresce cada vez mais a busca por métodos não tradicionais de tratamento e de autocuidado.

Mas afinal, tais práticas integrativas integram o quê?

A medicina complementar e alternativa são um conjunto de práticas que buscam a saúde, o bem-estar, a longevidade das pessoas, considerando o corpo, a mente e alma também, muitas vezes. É um olhar holístico para a pessoa; em outras palavras, é preciso levar em conta até os aspectos emocionais do paciente para fazer um bom diagnóstico e um bom tratamento.

E, por mais que a medicina ocidental já tenha aceitado que algumas dessas práticas, como a acupuntura e a fitoterapia realmente geram resultados, as práticas integrativas ainda são muito marginalizadas pela ciência.

Contudo, com tantos estudos e pessoas interessadas nos assuntos, vale a pena se voltar para o assunto e estudar quais destas podem ser associadas ao tratamento oferecido ao paciente.

E como está sendo na prática?

Desde o início da incorporação da medicina complementar e alternativa ao SUS, a procura pelos serviços tem crescido exponencialmente. Estes são oferecidos por iniciativa local, mas recebem financiamento do Ministério da Saúde por meio do Piso de Atenção Básica de cada cidade.

Segundo o portal da saúde do governo de Minas Gerais, em 2016, mais de 2 milhões de atendimentos utilizando medicina complementar e alternativa foram realizados nas unidades básicas de saúde, destes mais de 770 mil foram de Medicina Tradicional Chinesa, que inclui a acupuntura; 85 mil foram de Fitoterapia e 13 mil de Homeopatia. Mais de 926 mil foram de outras práticas integrativas que não tinha um código próprio para registro, mas que passaram a ter com essas novas 10 práticas que foram inseridas no SUS.

Atualmente são cerca de 1700 municípios trabalhando com as PIC, sendo 78% na atenção básica, 18% na atenção especializada e 4% na atenção hospitalar. São mais de 7700 estabelecimentos de saúde oferecendo alguma prática integrativa.

O mais importante é considerar o contexto do paciente e, como citado anteriormente, se atentar quais das PIC podem ser incorporadas ao tratamento.

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Referências: Agência Brasil, Saúde MG, Flow

Marketing Médico: confira 5 dicas para começar

Hoje em dia, não entender de marketing não é inconcebível para gestores. O mercado de hoje exige algo além de competência: é preciso saber como atrair clientes. E é justamente nessa hora que o marketing médico pode ajudar.

Pode soar estranho ter que entender de uma outra profissão. Mas uma boa notícia é que aplicar técnicas de marketing médico pode não envolver, necessariamente, investimento financeiro. É possível se organizar e, dedicando tempo e carinho a algumas tarefas, colher excelentes resultados.

Uma outra boa notícia é que o marketing tem ferramentas utilizadas por diversos segmentos. Logo, cada vez mais é possível se especializar e obter informações que ajudam na hora de tomar decisões. Por exemplo, segundo o próprio, aproximadamente 77% dos pacientes buscam um médico na internet antes de marcarem suas consultas.

Preparamos ótimas dicas que você pode começar a aplicar agora mesmo na busca por mais clientes. Pode começar a anotar:

1 – Defina seu público-alvo

É a primeira e uma das mais importantes tarefas para o sucesso do marketing médico.

Embora uma clínica esteja aberta para todas as pessoas que a procurarem, é importante saber quem exatamente essa clínica irá atender. Quais são as necessidades primárias dos pacientes?

De acordo com a especialidade ou com os problemas que o profissional responsável pela clínica ou consultório já lidou, e obteve bons resultados, é possível começar a traçar um público-alvo. Para reforçar, de modo simples, o público-alvo são aquelas pessoas cujos problemas serão resolvidos pela clínica.

Os próprios atendimentos clínicos são as principais referências para sua pesquisa de público-alvo. Se são homens, mulheres, qual a idade, atuação profissional, condição socioeconômica, hábitos e interesses, são alguns exemplos dos primeiros itens que podem ser relacionados.

Para o marketing médico, quanto mais você focar em seu público-alvo, maior será a chance de sucesso. Por exemplo, se a especialidade da clínica é ginecologia, é provavelmente mais eficaz anunciar em veículos específicos para mulheres do que em um jornal diário de livre circulação.

2 – Planejamento é fundamental para o marketing médico

Já citamos a importância do foco, não é? Para ajudar ainda mais, estabeleça algumas metas e analise o contexto no qual seu negócio está inserido.

Por exemplo, quantos atendimentos você faz hoje por semana? E qual seria o número ideal de atendimentos? Com esse número em mãos, fica mais fácil pensar quais serão as melhores estratégias.

  • Pesquisar junto a seus pacientes o nível de satisfação em relação ao atendimento e à estrutura da clínica;
  • Oferecer um serviço de comunicação para confirmação da consulta e sanar dúvidas das prescrições;
  • Utilizar uma plataforma ou fazer parcerias para que a consulta de resultados de exames possam ser feitos online;

São algumas ideias que podem fazer parte do seu planejamento.

E mais, entender o mercado também é importante. Quantas clínicas ou profissionais existem na sua região? O atendimento público é eficiente? Ter essas informações em mãos pode trazer excelentes insights.

3 – A presença online deve ser consistente e intuitiva

Uma excelente estratégia para conquistar clientes é através da oferta de informações de qualidade. Ao manter um blog atualizado, por exemplo, além da imagem da clínica, o marketing pessoal do profissional que assina o conteúdo também é desenvolvido.

Ter perfis nas principais redes sociais, como Facebook e Instagram, também é fundamental. As divulgações podem ser feitas com baixo investimento e atingir exatamente o público-alvo desejado. Por isso é tão importante conhecê-los.

Mas atenção: ainda é importante ter um site concentrando todas essas outras ferramentas. Um site responsivo que, de modo claro e fácil, mostre quais são os serviços oferecidos, endereço e formas de contato. Esse é um fator que aumenta a credibilidade da clínica, portanto, um forte aliado do marketing médico.

Atenção e responsabilidade nas informações

Quando o blog for utilizado, é importante que o profissional adote um tom educativo e de orientação. É importante lembrar que existe Conselhos que regulamentam as profissões e a forma de publicidade. Por isso, transmitir sempre informações de qualidade e verídicas é fundamental.

4 – Cordialidade e pontualidade se tornam referências

É necessário ter um mente que pacientes são clientes. Eles vão avaliar o atendimento e irão registrar na internet.

Imagine um paciente chegando a um consultório através de um post informativo em um blog. Ao chegar, o tempo de espera acaba sendo excedido e, para dar conta de todos os atendimentos, o profissional médico talvez não seja tão cordial. Essa sensação será transmitida online à possíveis futuros pacientes. Como falamos inicialmente, quase 80% busca referências online.

Dica: reserve de 2 a 3 horários do dia para primeiros atendimentos. Como esses atendimentos são mais longos e imprevisíveis, podem comprometer o andamento dos agendamentos.

5 – Conscientize seu público

O aumento de buscas sobre temas relacionados à saúde é muito positivo. Significa que mais pessoas estão interessadas em se cuidar. Porém, não é novidade para ninguém que nem tudo que está na internet é confiável.

Ganhar credibilidade com o marketing médico envolve:

  • Não anunciar especialidades que não possui ou tratamentos que sua clínica não realiza;
  • Jamais envolver o nome do profissional ou da clínica com propagandas enganosas;
  • Não publique fotos de pacientes;
  • Cuidado com temas que podem preocupar as pessoas (abordagens sensacionalistas)
  • Nunca realizar uma consulta online;
  • Nunca prescrever um medicamento a distância.

Pelo contrário, sempre lembre seu público-alvo sobre a importância do atendimento médico presencial. As dúvidas geradas pelas informações encontradas na internet podem, inclusive, ser sanadas neste momento.

Viu só, com essas dicas já é possível começar a estruturar o marketing médico de sua clínica. Quer receber dicas como esta semanalmente? Inscreva-se em nossa newsletter!

Saúde do homem: O que tem impactado sua longevidade?

No mês em que comemoramos o Dia dos Pais, notamos que há um tema sobre o qual precisamos dialogar mais: a saúde do homem. Esse público, por diversos fatores sociais e históricos, tem mais dificuldade em acessar um médico quando precisa de alguma assistência em relação à própria saúde. O exame de prevenção do câncer de próstata é um exemplo.

E para piorar o cenário, embora muito se fale sobre estilo de vida saudável, isso não reflete a realidade da maioria da população masculina. Embora as doenças que mais fazem vítimas entre os homens, como derrames cerebrais, ataques cardíacos e as cardiovasculares, estejam ligadas a fatores externos, certos hábitos podem desencadeá-las precocemente. E todos eles estão diretamente ligados à longevidade masculina.

Por isso, a saúde do homem deve ser alvo de mais espaço na mídia sim, mas também merece uma atenção especial de todos os profissionais da saúde. Acompanhe nosso artigo para entender um pouco mais sobre esse cenário.

Principais fatores que afetam a saúde do homem

Má alimentação: essa realidade não afeta apenas os homens. Sabe-se que metade dos brasileiros está acima do peso. E mesmo assim, os hábitos alimentares não têm mudado. Aliás, os critérios sobre o que consumir deveriam estar sob constante análise. A presença de agrotóxicos nos legumes, frutas e verduras também são prejudiciais à saúde do homem. Segundo a OMS, pesticidas aumentam a chance de risco endocrinológico, especialmente ao sistema reprodutivo masculino.

• Ganho de peso: consequência direta da má alimentação e da falta de prática de exercícios físicos. Uma doenças mais associadas ao sobrepeso masculino é o diabetes. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de homens diabéticos aumentou 54% no Brasil entre 2006 e 2017. A queda na produção hormonal masculina é mais comum em diabéticos e obesos.

A má alimentação e o ganho de peso influenciam de forma significativa todo o sistema endócrino masculino. A alteração hormonal também deve ser uma preocupação na saúde do homem.

• Qualidade do sono: a construção social valoriza o homem que tem a rotina sobrecarregada. Mesmo já ciente de que no longo prazo isso é muito negativo. A melatonina, conhecida como o hormônio da “juventude”, é produzida pelo nosso corpo durante o sono. A melatonina responsável por todo um processo de renovação celular. Combate o câncer, regula a memória e ainda ajuda a emagrecer. Atenção às horas de sono do paciente!

• Bebidas alcoólicas: ainda segundo a OMS, 3,3 milhões de pessoas morreram decorrentes de complicações geradas por bebidas alcoólicas. E o Brasil é recordista no consumo desse tipo de bebida. Aquela visita ao bar para aliviar o estresse da rotina de trabalho definitivamente não é a melhor opção no médio e longo prazo.

• Sedentarismo: recomendar exercícios físicos, como uma caminhada e musculação são essenciais. Hoje a musculatura tem sido considerada um grande órgão endócrino, especialmente importante na saúde do homem.

Terapia nutricional: opção eficaz

Ao procurar ajuda profissional, muito provavelmente os pacientes não estão atentos a todos os fatores relacionados acima. É muito importante que o atendimento médico o situe sobre esse preocupante cenário.

A eficácia de um tratamento que envolva terapia nutricional depende do conhecimento profundo dos hábitos do paciente. Os sintomas mais comuns que fazem com que homens busquem ajuda são:

  • baixa auto-estima, como a perda de cabelo ou ganho de peso;
  • disfunção erétil;
  • perda de memória, que afeta diretamente a capacidade no trabalho;
  • ansiedade;
  • insônia.

Todos esses sintomas estão relacionados ao estilo de vida, e denotam a falta de regulagem hormonal. A boa notícia é que esses desequilíbrios são facilmente corrigíveis através de tratamento adequado.

Para o prescritor, a dica é buscar sempre soluções personalizadas. A combinação entre exercícios físicos e uma terapia nutricional adequada (alimentação e suplementação) podem aumentar a longevidade do paciente. Quanto antes o tratamento se iniciar, melhores são as chances de evitar complicações futuras.

O mais importante, portanto, é criar um ambiente de acolhimento para os homens que buscam atendimento clínico. Só por estarem em seu consultório já significa que quebraram algumas barreiras. Com o atendimento adequado, a saúde do homem tem muito a evoluir.

E você, como avalia seus últimos atendimentos sobre a saúde do homem?

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Referências: Índice de Saúde, Sua Saúde, Correio Braziliense

Relembre as principais proibições para Grávidas e Lactantes

O cenário da automedicação no Brasil é altamente preocupante. O Instituto de Pesquisa e Pós-graduação para o Mercado Farmacêutico (ICTQ) realizou uma pesquisa que mostra que 7 a cada 10 brasileiros tomam algum medicamento apenas pela própria intuição ou indicação de amigos. Para a população em geral, isso é um grave problema. Porém, para grávidas e lactantes o risco é ainda maior.

Até mesmo medicamentos que são liberados para a venda no balcão sem prescrição médica podem representar riscos para a gravidez. Alguns são associados com problemas de desenvolvimento dos bebês, causando malformações, hemorragias e até mesmo aborto.

Listamos neste artigo os principais medicamentos que devem ser evitados por grávidas e lactantes e, também, outras questões relacionadas à saúde na gravidez. Acompanhe!

Grupos de risco para grávidas e lactantes

Para facilitar o controle, os medicamentos são classificados de acordo o risco que apresentam para o bebê. Os grupos são A, B, C, D e X. O grupo A é composto pelos únicos medicamentos que são liberados para as gestantes. Já o D e o X são expressamente proibidos. O grupo B e C são contraindicados pois não foram realizados testes em mulheres grávidas, ou seja, não há referência científica.

Por isso, na hora de prescrever medicamentos do grupo B ou C, é necessário muita cautela.

Principais proibições e contra indicações

Em linhas gerais, o ideal é que a mulher não utilize nenhuma medicação, especialmente nos primeiros três meses de gestação. O aconselhamento médico é essencial, pois mesmo problemas que parecem ser simples, como dores nas costas, náuseas, hemorroidas, prisão de ventre, varizes, entre outros, não poderão ter seus sintomas aliviados por medicação.

Veja os medicamentos do grupo X, ou seja, expressamente proibidos pelo risco de malformação ou até mesmo aborto:

• Pílulas anticoncepcionais e contraceptivos injetáveis

• Hormônios sexuais

• Misoprostol

• Metotrexato de sódio

• Sinvastatina

• Varfarina sódica (anticoagulante)

Além desses, é importante relembrar também o grupo D, considerado de alto risco: diazepam, ibuprofeno e ácido acetilsalicílico (Aspirina), gomas de nicotina, antimetabólitos, diversos antibióticos, anticonvulsionantes, finasterida e atenolol (para doenças cardíacas).

Grávidas e lactantes devem cuidar da alimentação

Para além dos medicamentos, vale lembrar que alguns cuidados com a alimentação podem evitar complicações para grávidas e lactantes.

Por exemplo, carnes cruas ou mal cozidas podem abrigar um parasita chamado toxoplasma, e também uma variedade de bactérias nocivas, sendo assim, devem ser evitadas. O mesmo para frutas, verduras e legumes, embora muito recomendados, devem ter sido muito bem lavados em água corrente.

Ovos crus também podem abrigar bactérias nocivas e devem ser evitados. O ideal é consumi-los pasteurizados. Recomende que suas pacientes estejam atentas aos rótulos dos produtos para se certificarem desse procedimento.

Por fim, atenção aos peixes. Embora o ômega 3 seja bem-vindo, algumas espécies de peixes são conhecidas por um grande acúmulo de mercúrio, que pode prejudicar o feto. São eles: tubarão, cação, peixe espada, salmão e sardinha. Cuidado também com os derivados dessas espécies, como óleos.

Atenção com as plantas e fitoterápicos

Os compostos naturais também devem ser utilizados com cautela. Algumas plantas têm propriedades que podem levar à malformação e até mesmo ao aborto. É o caso das plantas chamadas de emenagogas, onde são encontrados o ácido aristolóquico, alcaloides pirrolizidínicos, tujonas, metafuranos, glicoproteínas e ascaridol. Todas essas substâncias estimulam as contrações uterinas e colocam em risco a gestação e a mulher.

Referências: Cordvida, CCM

Mães médicas: dicas para conciliar carreira e maternidade

Possuir uma carreira profissional consolidada e conciliá-la com a maternidade já não é algo tão incomum. As mulheres estão conquistando cada vez mais seu lugar de direito no mercado de trabalho. São mães médicas, psicólogas, farmacêuticas, fisioterapeutas, dentistas e nas mais variadas profissões.

Porém, ainda há uma grande preocupação: como conciliar a carreira e a maternidade de forma saudável? Para algumas mulheres, como as mães médicas ou que atuam na área da saúde, isso pode representar um grande desafio. Especialmente quando não há uma rotina bem definida.

Nosso artigo trata algumas reflexões acerca do tema e dicas importantes para que os filhos não sofram tanto com a ausência das mães. Acompanhe!

Equilíbrio é um ponto-chave

É normal que as mães sintam-se frustradas pela falta de tempo para estar com os filhos. Em muitos casos, porém, não há como mudar essa situação. Porém, para amenizar o sentimento de culpa e impotência, há algumas dicas valiosas. Muitas mães, por exemplo, gostam de conhecer em detalhes a instituição e pessoas que irão cuidar de parte da educação dos seus filhos. Isso traz segurança e é importantíssimo para que a vida profissional possa fluir tranquilamente.

Para as mães médicas, quando os horários de plantões ficarem mais constantes, uma boa dica é aproveitar os momentos juntos com qualidade. Isso significa programação e planejamento. Faça com que o tempo junto dos filhos seja marcante e especial.

Caso a vida profissional esteja sendo priorizada, considere diminuir as horas de trabalho ou os plantões. Muitas vezes, abrir mão de um dia na rotina profissional, pode trazer resultados bastante positivos no convívio com os filhos.

Mães médicas devem refletir sobre seu papel social

Um cuidado que deve sempre ser lembrado é que, embora a sociedade em geral e o poder público deva facilitar o processo de educação e aprendizagem, essa responsabilidade é exclusivamente da família. Portanto, ao invés de exigir colégios com horários anormais ou ocupar o tempo das crianças com mais e mais atividades, considere reduzir o seu envolvimento com o trabalho. Afinal, por que ambos devem ser sobrecarregados, não é mesmo?

Outro ponto é que a conciliação da vida familiar e o trabalho. E isso vale não apenas para mães médicas, mas para todas as mães que cumprem qualquer papel profissional. Vida familiar aqui diz respeito à corresponsabilidade. A sociedade se transformará na medida em que as responsabilidades estejam mais equilibradas entre mulheres e homens.

Como lidar com o sentimento de culpa

A psicóloga Jurema Aparecida Melo explica que embora seja natural sentir culpa, não é algo que deve ser alimentado. Sendo a psicóloga, frequentar o maternal ou creche é inclusive bom para a socialização. Por isso é importante ter certeza do ambiente que assiste os filhos.

É importante entender que muitas vezes a maior carência é da mãe, não da criança. E, portanto, fazer com que a separação seja gradual pode ser fundamental para ambas as partes.

Ainda, segundo Jurema, as mulheres precisam ter em mente que “qualidade é mais importante do que quantidade”. Portanto, tenha todos os dias um tempo exclusivo para os filhos e não permita que nada interrompa esse contato., especialmente o telefone celular.

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Referência: Guia Infantil, Meirelles Teixeira, Portal AN, Delas IG

7 dicas de gestão de pessoas para aplicar na sua clínica

Para empreender com sucesso, precisamos de pessoas dispostas e engajadas. Por isso, a gestão de pessoas é essencial a qualquer tipo de serviço que se preste ou produto que se venda. E na área da saúde não seria diferente.

Criar um ambiente colaborativo, no qual as pessoas se sintam valorizadas é o ideal. Dessa forma, é possível despertar o sentimento de pertencimento, atrelando sentido e propósito para o trabalho das pessoas.

Com isso, tudo melhora: a proatividade, a satisfação, os processos, os índices e, consequentemente, os rendimentos também. Porém, não é fácil lidar com pessoas. Por isso, compilamos algumas dicas úteis no artigo dessa semana.

Como melhorar a gestão de pessoas em sua clínica

1 – Valorize as pessoas; dando a elas a chance de realizar o que fazem de melhor, aproveitando mais os pontos fortes de cada uma. Logo, não tenha medo de remanejamento e saiba perceber o que cada uma tem de melhor.

2 – Invista em formação; pois isso só causa resultados positivos e melhora efetivamente o engajamento. Quando as pessoas sentem que podem evoluir num determinado ambiente, elas se esforçam mais e entregam melhor. Valorizar os colaboradores aprimorando suas habilidades é sinônimo de um negócio bem sucedido.

3 – Aprimore a comunicação interna; para diminuir problemas e mal entendidos, e também para melhorar os processos. Isso pode ser feito de diversas maneiras, começando com uma definição de processo para a comunicação interna, que não precisa ser necessariamente super formal. Além disso, dinâmicas de grupo, estratégias de endomarketing, advertências no sentido de evitar competições nocivas, são algumas opções que podem ajudar a comunicação entre os colaboradores.

4 – Aposte em tecnologia; e veja tudo melhorar em tempo recorde. Já existem diversos softwares criados para ajudar nesse setor de gestão de pessoas, que cuidam de burocracias envolvidas nos procedimentos como prontuário eletrônico, faturamento TISS, controle financeiro, dentre outros, que vão facilitar o trabalho da sua equipe.

5 – Dê autonomia para seus colaboradores; a hierarquia nem sempre favorece isso. E, apesar de parecer estranho, dar mais liberdade e deixar cada um realizar suas tarefas da maneira que achar melhor melhora muito o engajamento da equipe.

6 – Ofereça plano de carreira; e assim sua clínica será mais atrativa tanto para seus colaboradores já presentes, que se passarão a ser esforçar mais para melhorar o desempenho, tanto quanto para bons profissionais que estão no mercado de trabalho.

7 – Crie políticas de incentivo; quando há reconhecimento para metas fixadas individual ou coletivamente, o engajamento melhora substancialmente. Como prêmio, você pode oferecer não só a bonificação financeira ou viagens, mas também participação em eventos, bolsas de estudo, dentre outros, que você pode conseguir com parcerias quando o caixa não estiver bom para bonificar.

As pessoas são essenciais para seu empreendimento

Pense que, assim como um médico precisa compreender o estado de espírito de seus pacientes, o mesmo acontece com sua equipe. Cada pessoa possui uma personalidade e expectativas particulares. A gestão de pessoas é justamente conhecer as circunstâncias individuais e ser capaz de relacioná-las com o ambiente de trabalho.

Lembre-se que técnicas podem sempre ser desenvolvidas, mas algumas características comportamentais podem ser tóxicas se toleradas. Embora as pessoas sejam essenciais, um ambiente agradável também é igualmente importante. Visar o bem estar coletivo é sempre a melhor opção.

Essas são algumas das opções que você pode implantar na sua clínica para melhorar a gestão de pessoas. Fazer isso é de suma importância para qualquer empreendimento, visto que tudo é construído também por elas.

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Referências:  Shosp, Intelligenzait

 

 

A prescrição e valorização dos tratamentos naturais

A cada dia, mais pessoas estão procurando alternativas saudáveis para viver e substituir alguns hábitos. Com o acesso à informação, é mais fácil saber como a indústria de medicamentos também pode ser prejudicial, levando em conta os efeitos colaterais. E, com isso, os tratamentos naturais estão sendo mais procurados.

Além disso, uma tendência está crescendo no que diz respeito ao mercado e ao costume das pessoas: a prescrição do farmacêutico, ou de outro profissional que esteja apto a fazer isso. Uma vez que o profissional estudou e continua pesquisando as mais diversas substâncias e seus efeitos, é totalmente válido o mesmo ser prescritor também.

Desde que seja feita com responsabilidade e propriedade, a prescrição de tratamentos naturais é uma maneira segura de tratar doenças mais corriqueiras, como a gripe, uma dor muscular causada por cansaço, dentre outros sintomas amenos. E essa tendência corrobora com o hábito de consumir coisas menos industrializadas. E com isso, as pessoas também estão desenvolvendo o senso crítico. Portanto, é importante estudar e se atualizar sempre.

Como funcionam os tratamentos naturais

A utilização de plantas com fins medicinais alternativos é muito comum: quem nunca tomou um cházinho para melhorar qualquer resfriado ou coisa assim? Mas, as possibilidades vão muito além disso. Há diversos tipos de bebidas e insumos que podem ser obtidos através das plantas utilizando maceração, infusão, decocção, dentre outros processos. Assim, é possível produzir xaropes, óleos essenciais e outros produtos naturais, que podem tratar diversas doenças.

Porém, pode ser arriscado fazer tais procedimentos sem a ajuda de um profissional que não conheça as dosagens e o princípios ativo da planta. Além disso, pode ser necessário combinar outras substâncias na hora de prescrever algum tratamento natural. Por isso é importante entender quais combinações podem ou não ser feitas e, também, conhecer mais sobre o paciente para evitar efeitos colaterais indesejados

O que é preciso para prescrever tratamentos naturais

Antes de receitar qualquer coisa, incluindo tratamentos naturais, é preciso conhecer a legislação referente aos princípios ativos e, claro, possuir experiência. Acompanhe:

1 – Conhecer e aplicar a legislação CFN e ANVISA; muito importante para saber o que receitar e em quais casos isso é válido.

2 – Fazer algum curso de especialização em fitoterapia; essencial para entender o mecanismo de ação dos fitoterápicos, compreender interações medicamentosas e alimentícias e associar com a prática clínica.

3 – Avaliar com cautela o estado do paciente; fazer inquérito alimentar, conhecer os exames básicos, tanto clínico, físico, quanto os laboratoriais do paciente. é essencial para saber dosagem, alergias, dentre outras informações que fazem diferença numa prescrição.

Se você pretende prescrever tratamentos naturais, procure instituições reconhecidas, invista em formação e não pare de estudar. Embora o público esteja cada vez mais exigente, e por isso é necessário se manter atualizado, ao mesmo tempo existe uma demanda crescente. Vale a pena se inserir nesse mercado e proporcionar mais qualidade de vida ao oferecer tratamento saudáveis para seus pacientes.

E você? Já incluiu prescreveu algum tratamento natural? Inscreva-se em nossa newsletter e receba semanalmente dicas como essa!

Referências: Abril, Dráuzio, Fitoterapia

Estratégias para emagrecimento: conheça as principais

Assuntos relacionados ao emagrecimento costumam ganhar bastante espaço na mídia, afinal, além de a obesidade ser um problema mundial, também é o sonho de muita gente ter um corpo bonito e saudável. A parte boa é que sempre há a possibilidade de ajudar alguém da forma correta, e a parte ruim é que muita gente escolhe uma receita de internet e pode se prejudicar.

Preparamos um material com as principais estratégias de emagrecimento e demais informações buscadas sobre o tema no ambiente virtual, assim como suas principais características. Desta forma, será possível ajudar seus pacientes de forma mais estruturada, garantindo seus resultados.

Perder peso é diferente de perder gordura

É um dos primeiros conceitos que precisa ser desmistificado: não há uma relação direta entre perda de peso e perda de gordura. O que acontece é que muitas pessoas buscam soluções milagrosas, que prometem eliminar de 3 a 5 kg por semana, o que pode ser possível, mas envolvem apenas líquidos e massa magra.

Instrua seus pacientes sobre como funcionam os estoques de energia no organismo. A perda da massa adiposa está relacionada à combinação de acompanhamento nutricional com o gasto energético, ou seja, alimentação deve ser combinada com a prática de exercícios físicos.

Soluções farmacêuticas para emagrecimento

A forma como as informações são transmitidas em anúncios e até em algumas matérias reforça que a solução para o sobrepeso pode vir de forma rápida. Porém, há sim medicamentos que podem auxiliar o processo saudável de emagrecimento, como os termogênicos. Eles de fato proporcionam um aumento na queima de gordura corporal, pois fazem com que o metabolismo fique mais ativo, o que consome mais energia.

Porém, enquanto prescritor, é muito importante alertar aos pacientes os efeitos que medicamentos desse tipo podem causar. Diversos estudos mostram o quanto o efeito sanfona, e até mesmo o desenvolvimento de transtornos compulsivos, é comum entre pacientes que se medicam sem acompanhamento profissional.

Emagrecedores naturais

Também é comum encontrarmos nas farmácias algumas soluções, substâncias naturais às quais os paciente tem acesso sem qualquer tipo de prescrição médica. Conhecer essas soluções pode ser um diferencial para o seu atendimento, complementando o rol de soluções para atender os mais diferentes tipos de pacientes. Veja alguns exemplos:

  • Quitosana: fibra natural não absorvida pelo organismo cuja principal função é absorver gordura do organismo e eliminá-la;
  • Faseolamina: originária do feijão branco, ela limita a absorção de amido dos carboidratos, ajudando a evitar gorduras localizadas;
  • Cordia Ecalyculata: suas cápsulas condensam substâncias de uma planta brasileira que age no sistema nervoso, suprimindo a fome. Tem efeito diurético e possui um ácido chamado de alantóico, que também auxilia na queima da gordura localizada;
  • Agar agar: é um hidrocoloide extraído de uma alga ao qual são atribuídos diversos benefícios, dentre eles a capacidade de eliminar gorduras e reduzir os níveis de colesterol.

Principais estratégias de emagrecimento

Agora que seu paciente já sabe a importância de combinar exercícios físicos com medicamentos, mesmo que sejam nutracêuticos, é hora de entender qual é seu estilo de vida, hábitos e gostos, para ajudá-lo a construir a melhor estratégia de emagrecimento.

  • Dietas a base de suco detox: embora pareçam muito eficazes devido à alta taxa perda de peso inicial, a probabilidade de ganhar peso novamente é muito grande; além disso, é uma dieta muito restritiva, podendo deixar seu corpo deficitário em diversos nutrientes.
  • Jejum intermitente: é eficaz em manter a massa magra, mas é uma dieta muito difícil de manter. Além disso, estudos demonstram que não adianta fazer o jejum intermitente sem diminuir a quantidade de calorias ingeridas se o objetivo é perder peso.
  • Dieta paleolítica: consiste no que chamamos de “comer bicho e planta”, recorrendo o mínimo possível a alimentos industrializados, remontando a base alimentar de nossos ancestrais. Muitas vezes tem um objetivo maior do que só emagrecer, e é de fato eficaz para perda de peso, desde que a quantidade de calorias seja equilibrada.
  • Treino de alta intensidade: muito comum hoje em dia e sim, também pode ser eficaz. Porém, também depende de acompanhamento nutricional e também de um educador físico, pois pessoas com obesidade podem não ser o público ideal para esforços físicos intensos, muitas vezes uma solução gradativa é mais indicada.

O importante, é que o prescritor saiba é que independentemente dos medicamentos e da estratégia envolvida, a adesão do paciente é o mais importante. Por isso é tão fundamental estar atento e buscar sempre compreender novas soluções, garantindo um atendimento esclarecedor e uma prescrição de qualidade.

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Referências: Rodolfo Peres / Felipe Almeida

6 dicas para melhorar o relacionamento com o paciente

A falta de atendimento humanizado em clínicas e consultórios é um problema que afeta diretamente a qualidade do relacionamento com o paciente. Um atendimento clínico bem realizado, pode fazer toda a diferença para os pacientes e, com certeza, para o seu estabelecimento. A maneira como seu paciente é atendido, ajuda a formar a imagem que ele tem sobre você e a sua equipe, ou seja, a reputação da sua clínica também está sob constante avaliação. 

Além de entender a necessidade dos pacientes, suas expectativas e anseios, há outros cuidados e requisitos para que se realize efetivamente um atendimento humanizado. Anote dicas para melhorar o seu relacionamento com o paciente: 

1. Prepare a sua equipe para a marcação de consultas 

A marcação de exames e consultas é o primeiro contato do paciente com a sua clínica. Para oferecer um atendimento objetivo e de qualidade, a sua equipe precisa estar preparada. É importante que esse atendimento preze pela empatia, seja ágil e cortês.   

2. Organize a sua agenda e evite atrasos

Para oferecer um atendimento mais dedicado ao paciente e com tempo para analisar suas particularidades, otimizar a sua agenda vai ajudar muito. Marque as consultas com intervalo suficiente para prestar um atendimento mais satisfatório para ambas as partes. Considere também deixar espaços entre uma consulta e outra, para o caso de possíveis atrasos. Para te ajudar, utilize softwares de gestão para agendar as consultas

3. Paciência e Cordialidade: diretrizes de comportamento

Vá até o paciente na sala de espera e cumprimente-o cordialmente, isso é bastante positivo para os pacientes. Caso você prefira recebê-los direto em seu consultório, jamais deixe de olhá-los nos olhos ao cumprimentá-los. Além disso, tenha paciência ao escutá-los. 

É bastante comum que eles não consigam detalhar, ao certo, o que estão sentindo, mas você pode (e deve) ajudá-los. Para isso, converse sem pressioná-los e jamais os trate com rispidez. Lembre-se de que a cordialidade é uma referência positiva para a sua clínica. 

4. Atenda com qualidade e humanização 

Um excelente atendimento é aquele em que o profissional de saúde trata os pacientes como únicos, fazendo com se sintam especiais. Escute-os primeiro com muita atenção para depois se manifestar e mostre que você se importa com eles. Pequenos gestos também contribuem para que essa relação seja positiva. 

Outro diferencial para a sua clínica é considerar enviar um cartão de aniversário, de Natal ou outros para melhorar o seu relacionamento com o paciente. 

5. Seja objetivo e explique com clareza

Se você precisar dar um diagnóstico, seja claro e objetivo. Os pacientes apreciam muito poder compreender o tipo de situação e as opções de tratamento. 

6. Seja respeitoso

Essa dica é válida tanto para os médicos como para toda a sua equipe, como atendentes e enfermeiros. E isso é válido tanto para o relacionamento com os pacientes como entre a equipe. Saiba que um ambiente harmonioso contribui muito para atrair pacientes. 

Ao se atentar a essas dicas para melhorar o seu relacionamento com o paciente, você construirá uma imagem positiva para a sua clínica. Gostou? Conhece mais alguma dica? Deixe o seu comentário! 

Referências: ShospClínica nas Nuvens e Miotec

Como melhorar a ambientação da clínica

Uma clínica ou consultório que investe na ambientação de seu espaço, reflete uma preocupação com a imagem dos profissionais que ali atendem e com a satisfação dos pacientes. 

Um ponto muito especial na sua ambientação é a iluminação. Embora a iluminação indireta seja uma tendência, utilize-a somente na sala de espera e dentro do consultório. Já na recepção, mantenha uma iluminação que facilite a visualização do paciente com sua equipe, a checagem de documentos e outras leituras. 

Nesta área, inclusive, você optar por uma cúpula de tecido ou mesmo de papel, com cores pastéis, bem neutras. Investir um modelo moderno vai ajudar a evitar aquela cara de ambiente hospitalar, mesmo que utilize a mesma paleta de cores na decoração. 

Há ainda a opção de considerar a iluminação natural do ambiente, o que é uma opção que transmite bastante aconchego e, de quebra, mantém a sustentabilidade da clínica. De qualquer forma, lembre-se de não exagerar na intensidade para não causar desconforto, ok?

A importância da ambientação no bem-estar de seus pacientes 

Além de reforçar positivamente a imagem de quem atende na clínica, o projeto de ambientação tem influência direta no estado emocional dos pacientes que frequentam seu espaço. Nunca se esqueça de que os clientes da clínica são pessoas preocupadas com sua saúde! 

Organização, limpeza e segurança 

São valores que devem ser transmitidos em todos os detalhes. Por isso, deve haver uma conexão entre o layout do espaço e as escolhas de decoração e cores. Também é muito importante que sua equipe esteja treinada para atender da melhor forma possível; todos esses elementos agem em conjunto no processo de fidelização dos pacientes. 

Dicas de decoração para o seu espaço 

Há muitos blogs e revistas de decoração que podem te ajudar na ambientação de seu espaço. Por exemplo, o uso de papel de parede tem crescido muito, pois é uma forma de renovar totalmente o ambiente, podendo ser utilizado em qualquer lugar, como na sala de espera, na recepção, até mesmo nos toaletes e nos consultórios. 

Equipar sua clínica com móveis planejados também confere um ar mais moderno. E antes de investir em quadros, vasos ou luminárias, defina uma paleta de cores para não abusar nos contrastes. Inclusive, a utilização de madeira, tanto na fachada quanto internamente, é uma excelente opção

De qualquer forma, deixar seu projeto de ambientação a cargo de profissionais de design de interiores que tenham especialidade em clínicas e consultórios é sempre a melhor opção. É uma forma de garantir que os objetivos tanto de satisfação dos pacientes quanto de adequação às normas de segurança e vigilância sanitária sejam atendidos. 

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Fonte: Dabus / Enfermagem Estética / iClinic